<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418</id><updated>2011-09-07T05:19:49.501-07:00</updated><title type='text'>LUPUS  PIAUI</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>31</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-7323829566851621954</id><published>2010-05-22T09:56:00.001-07:00</published><updated>2010-05-22T09:58:15.376-07:00</updated><title type='text'>Perguntas e Respostas Sobre o Câncer</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;O que é câncer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Câncer é um grupo de doenças que se caracterizam  pela perda do controle da divisão celular e pela capacidade de invadir  outras estruturas orgânicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;O que causa o câncer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O câncer pode ser causado por fatores externos  (substâncias químicas, irradiação e vírus) e internos (hormônios,  condições imunológicas e mutações genéticas). Os fatores causais podem  agir em conjunto ou em seqüência para iniciar ou promover o processo de  carcinogênese. Em geral, dez ou mais anos se passam entre exposições ou  mutações e a detecção do câncer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;O câncer é hereditário&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em geral o câncer não é hereditário. Existem  apenas alguns raros casos que são herdados, tal como o retinoblastoma,  um tipo de câncer de olho que ocorre em crianças. No entanto, existem  alguns fatores genéticos que tornam determinadas pessoas mais sensíveis à  ação dos carcinógenos ambientais, o que explica por que algumas delas  desenvolvem câncer e outras não, quando expostas a um mesmo carcinógeno.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;O câncer é contagioso&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Não. Mesmo os cânceres causados por vírus não  são contagiosos como um resfriado, ou seja, não passam de uma pessoa  para a outra por contágio. No entanto, alguns vírus oncogênicos, isto é,  capazes de produzir câncer, podem ser transmitidos através do contato  sexual, de transfusões de sangue ou de seringas contaminadas utilizadas  para injetar drogas. Como exemplos de vírus carcinogênicos, tem-se o  vírus da hepatite B (câncer de fígado) e vírus HTLV - I / Human  T-lymphotropic virus type I (leucemia e linfoma de célula T do adulto).&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Qual a diferença entre câncer  in situ e invasivo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;O  carcinoma &lt;i&gt;in situ&lt;/i&gt; (câncer não invasivo) é o primeiro estágio em  que o câncer não hemapoético pode ser classificado. Nesse estágio, as  células cancerosas estão somente na camada da qual elas se desenvolveram  e ainda não se espalharam para outras camadas do órgão de origem. A  maioria dos cânceres &lt;i&gt;in situ&lt;/i&gt; é curável, se for tratada antes que  progrida para a fase de câncer invasivo. Nessa fase, o câncer invade  outras camadas celulares do órgão e invade e ganha a capacidade de se  disseminar para outras partes do corpo.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;O câncer tem cura&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Atualmente, muitos tipos de câncer são curados,  desde que tratados em estágios iniciais, demonstrando-se a importância  do diagnóstico precoce. Mais da metade dos casos de câncer já tem cura.&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Todo tumor é câncer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Não. Nem todo tumor é câncer. A palavra tumor  corresponde ao aumento de volume observado numa parte qualquer do corpo.  Quando o tumor se dá por crescimento do número de células, ele é  chamado neoplasia - que pode ser benigna ou maligna. Ao contrário do  câncer, que é neoplasia maligna, as neoplasias benignas têm seu  crescimento de forma organizada, em geral lento, e apresenta limites bem  nítidos. Elas tampouco invadem os tecidos vizinhos ou desenvolvem  metástases. O lipoma e o mioma são exemplos de tumores benignos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;O câncer pode ser prevenido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Os cânceres causados pelo tabagismo e pelo uso  de bebida alcóolica podem ser prevenidos em sua totalidade. A Sociedade  Americana de Cancerologia estimou para 1998 cerca de 175.000 mortes por  câncer causadas pelo uso do tabaco e um adicional de 19.000 mortes  relacionadas ao uso excessivo de álcool, freqüentemente em associação  com o uso do tabaco. Muitos cânceres que estão relacionados à dieta  também podem ser prevenidos. Evidências científicas sugerem que  aproximadamente um terço das mortes por câncer estão relacionadas a  neoplasias malignas causadas por fatores dietéticos. Além disso, muitos  cânceres de pele podem ser prevenidos pela proteção contra os raios  solares. Exames específicos, conduzidos regularmente por profissionais  da saúde podem detetectar o câncer de mama, cólon, reto, colo de útero,  próstata, testículo, língua, boca e pele em estádios iniciais, quando o  tratamento é mais facilmente bem sucedido. Auto-exames de mama e pele  podem também resultar no diagnóstico precoce de tumores nessas  localizações.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Quais são os progressos na  prevenção do câncer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Os efeitos da prevenção primária, como a redução da prevalência  do tabagismo, já podem ser observados na população masculina  norte-americana, enquanto no Brasil os esforços são contínuos para se  aumentar a adesão aos programas de controle do tabagismo. As novas  estratégias que ajudam os fumantes a abandonar o cigarro, como o uso dos  adesivos de reposição de nicotina e as terapias de apoio psicológico,  já vêm apontando para resultados favoráveis em diferentes estudos  científicos. No que diz respeito à prevenção, o exame de Papanicolaou e a  mamografia, respectivamente, na detecção do câncer do colo do útero e  de mama, diferentes estudos científicos têm mostrado sua utilidade no  diagnóstico precoce desses cânceres, embora o impacto da mamografia,  sobre a mortalidade por câncer de mama ainda seja objeto de  investigações.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Como é o tratamento do câncer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O tratamento do câncer pode ser feito pela  cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, utilizadas de forma isolada ou  combinada, dependendo do tipo celular do órgão de origem e do grau de  invasão do tumor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Quem está sob risco de  desenvolver câncer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Qualquer pessoa. Como a ocorrência do câncer aumenta com a  idade, a maioria dos casos acontece entre adultos de meia idade ou mais  velhos. O risco relativo mede a relação existente entre os fatores de  risco e o câncer. Ele compara o risco de um câncer se desenvolver em  pessoas com determinada exposição ou característica ao risco observado  naquelas pessoas sem essa exposição ou característica. Por exemplo, os  fumantes têm um risco relativo 10 vezes maior de desenvolver câncer de  pulmão quando comparados aos não fumantes. A maioria dos riscos  relativos não apresentam essa dimensão. Por exemplo, as mulheres com uma  história familiar em primeiro grau de câncer de mama (ocorrência da  doença em mãe, irmã ou filha) têm cerca de duas vezes mais risco de  desenvolver câncer de mama, quando comparadas às mulheres que não  apresentam essa história familiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Quais as fontes de dados de  informação em câncer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Os dados dos Registros de Câncer - Populacionais e Hospitalares  - e os dados de Mortalidade constituem-se na base das informações para  estudar a magnitude do câncer no Brasil. Os Registros de Câncer se  caracterizam como centros sistematizados de coleta, armazenamento e  análise da ocorrência e das características de todos os casos novos de  câncer, ocorridos em uma população (Registros de Câncer de Base  Populacional - &lt;a href="http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=353"&gt;RCBP&lt;/a&gt;)  ou em um hospital (Registros Hospitalares de Câncer - &lt;a href="http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=351"&gt;RHC&lt;/a&gt;). Os RCBP  produzem informações sobre a incidência do câncer em uma população  geograficamente definida. Os RHC levantam informações sobre as  características dos tumores e a avaliação da sobrevida e assistência  prestada ao paciente com neoplasia maligna atendidos nos hospitais. O  principal papel dos Registros de Câncer é fornecer subsídio aos  profissionais da área da saúde para a avaliação da qualidade da  assistência prestada, para a pesquisa sobre o câncer e para o  planejamento das ações de saúde. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Existem hoje no  Brasil 20 Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) com  informações consolidadas. Estes registros têm sido as fontes que nos  permitem a avaliação de dados referentes a incidência de câncer no país.  Com relação à mortalidade, a fonte de dados é o Sistema de Informações  sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. A maioria dos estudos  brasileiros sobre a saúde da população baseia-se na análise de dados  sobre a mortalidade por uma determinada causa, porque a morte dá origem a  um documento legal, de preenchimento obrigatório - o atestado de óbito.  Apesar de apresentar problemas de subnotificação, a qualidade dessa  informação é considerada boa para as neoplasias malignas, dada a  necessidade de hospitalização da maioria dos pacientes e o conhecimento  dos óbitos ocorridos nos hospitais. Os dados dos RCBP e do SIM  constituem-se na base de cálculo das estimativas de casos novos e de  mortes por câncer no Brasil.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Quem tem  direito ao tratamento pelo SUS?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A atenção à saúde no Brasil é de acesso universal, isto é, todo  cidadão tem direito a atendimento gratuito. Por isso, o Ministério da  Saúde garante o atendimento integral a qualquer doente com câncer, por  meio do Sistema Único de Saúde, o SUS.&lt;br /&gt;Atendimento integral  significa proporcionar ao doente todos os cuidados de que necessita para  a cura ou o controle da doença inclusive, as medidas de suporte para os  tratamentos, cuidados paliativos, que visam a dar melhores condições de  vida aos doentes que não puderem ser curados e reabilitação para a  reintegração social daqueles que ficam com seqüelas da doença ou do  tratamento.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; integralidade é  fundamental na oncologia também porque a grande maioria dos tipos de  câncer só pode ser tratada, de modo resolutivo, com variadas modalidades  de tratamento, sucessivas e complementares, que compõem protocolos.  Assim, por exemplo, para que a cirurgia planejada para determinado tipo  de câncer tenha êxito em curar, pode ser necessário que seja precedida  de tratamento com medicamentos quimioterápicos e sucedida com  radioterapia e outros medicamentos anti-tumorais, isto tudo em períodos  rigorosamente programados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Como o SUS  está organizado para atender a população?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O SUS tem organizado o tratamento de câncer de  modo a oferecer em um mesmo Estabelecimento de Saúde, todas as  modalidades de tratamento, como cirurgia, quimioterapia, radioterapia e,  inclusive, cuidados paliativos e reabilitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Existem, no Brasil,  mais de 300 Estabelecimentos de Saúde prestando assistência oncológica  de alta complexidade a doentes do SUS, espalhados por 26 Estados e em  128 diferentes municípios. A maioria deles é Hospital Geral com  reconhecida capacidade de prestar atendimento de alta complexidade e  alguns são hospitais especializados em câncer. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Todos os hospitais que  atendem pacientes pelo SUS são públicos?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Os Estabelecimentos de Saúde cadastradas no SUS  podem ser de natureza pública, isto é, pertencer a um governo estadual,  municipal ou federal ou então ser de natureza privada, isto é, pertencer  a entidades privadas. Todos eles, porém, prestam atendimento público  gratuito , custeado por recursos públicos, oriundos de impostos e  contribuições.&lt;/span&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Qual o papel das  Secretarias de saúde no atendimento?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;As Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde planejam,  organizam, controlam e avaliam o Sistema Único de Saúde em seu  território, e por isso são chamados de gestores locais do SUS. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Assim, quando um doente de câncer quer ser  tratado no SUS recomenda-se que procure a Secretaria Municipal ou  Estadual de Saúde de onde reside para ser orientado sobre qual  Estabelecimento de Saúde poderá oferecer o melhor atendimento possível  para seu caso. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais as normas para quem  tem plano de saúde?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O tratamento oferecido pelos planos de saúde obedece a  legislação própria, da chamada Saúde Suplementar, que é de caráter  geral, sem conteúdo específico para os&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;tratamentos  de câncer. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Os planos  constituídos após a vigência da Lei nº 9.656/98 têm os procedimentos  para tratamento de câncer relacionados em um Rol de Procedimentos  publicado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Para os  planos constituídos antes de 2 de janeiro de 1999 e ainda vigentes, a  cobertura a ser garantida é a que consta das cláusulas contratuais  acordadas entre as partes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Respostas às  dúvidas em relação à cobertura de tratamento por planos de saúde, podem  ser obtidas consultando-se a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://www.ans.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#0000ff;"&gt;Agência Nacional de Saúde  Suplementar – ANS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;ou pelo Disque ANS: 0800 701 9656 .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;De que modo o governo garante  medicamentos para o tratamento do câncer gratuitamente?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Até 1998, havia fornecimento em farmácias do  SUS (em geral, de Secretarias Estaduais de Saúde) de alguns medicamentos  para tratamento de câncer, principalmente hormonioterápicos e  imunobiológicos antineoplásicos de uso contínuo, bastando que a pessoa  apresentasse uma receita e um relatório de algum médico, de consultório  particular ou de hospital público ou privado.&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Visando ao cumprimento  dos Princípios e Diretrizes do Sistema Único de Saúde - SUS,  estabelecidos no Artigo 7 da Lei Federal 8080, de 19 de setembro de  1990, as normas vigentes do Ministério da Saúde estabelecem que todos os  medicamentos para o tratamento do câncer (inclusive aqueles de uso  oral) devem ser fornecidos pelo Estabelecimento de Saúde (clínica ou  hospital) público ou privado, cadastrado no SUS para atendimento deste  tipo de doença e somente para os pacientes que estiverem recebendo o seu  tratamento no próprio Estabelecimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Nesta questão, foram  considerados os seguintes princípios:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;1-Integralidade,  entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços  preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada  caso em todos os níveis de complexidade do sistema. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Atendimento integral  significa proporcionar ao doente todos os cuidados de que necessita para  a cura ou o controle da doença inclusive, cuidados paliativos, que  visam a dar melhores condições de vida aos doentes que não puderem ser  curados e reabilitação para a reintegração social daqueles que ficam com  seqüelas da doença ou do tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A integralidade é  fundamental na oncologia também porque a grande maioria dos tipos de  câncer só pode ser tratada, de modo resolutivo, com variadas modalidades  de tratamento, sucessivas e complementares, que compõem protocolos.  Assim, por exemplo, para que a cirurgia planejada para determinado tipo  de câncer tenha êxito em curar, pode ser necessário que seja precedida  de tratamento com medicamentos quimioterápicos e sucedida com  radioterapia e outros medicamentos anti-tumorais, isto tudo em períodos  rigorosamente programados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Portanto, em termos de  uso racional do dinheiro público, não há sentido distribuir medicamentos  de forma descontrolada, sem a garantia de que o doente terá acesso às  outras modalidades de tratamento de que necessita, dentro de protocolos  de eficácia reconhecida cientificamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;2- Igualdade da  assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer  espécie. Isto significa que o SUS deve fornecer condições de assistência  idênticas a todos os cidadãos. Assim, as regras de acesso aos  tratamentos (como por exemplo estar em tratamento em um hospital ligado  ao SUS para obter medicamentos) devem valer para todos os doentes, mesmo  para aqueles que se servem de operadoras de planos de saúde para  custear parte de seu tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Assim, os  Estabelecimentos de Saúde deverão prestar toda a assistência necessária  ao doente, inclusive o fornecimento de medicamentos (mesmo aqueles de  tomada oral, em casa). Posteriormente, o Ministério da Saúde fará ao  Estabelecimento, o ressarcimento financeiro pelos serviços prestados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Este ressarcimento irá  incluir, além do valor dos medicamentos quimioterápicos e  hormonioterápicos, conforme necessário, também os valores: da consulta  médica; dos medicamentos utilizados em concomitância à quimioterapia,  como aqueles para náuseas e vômitos, para dor, para proteção do trato  digestivo e outros usados em eventuais complicações, das soluções em  geral (soros); dos materiais hospitalares, dos materiais de escritório,  do uso de equipamentos especiais, da limpeza e da manutenção da unidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A indicação de uso de  um medicamento antineoplásico é sempre de competência do médico  assistente do doente, de acordo com protocolos de tratamento  fundamentados em evidências científicas e adotados na instituição onde  este médico atua. O tratamento escolhido dependerá de fatores  específicos de cada caso, tais como: a evolução da doença, os  tratamentos já realizados e as condições clínicas do doente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em resumo, são esses os  passos necessários para um paciente obter medicamento para câncer no  SUS:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;1- O paciente é  atendido por médico em hospital ou clínica isolada de quimioterapia  cadastrado no SUS para atendimento de pacientes com câncer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;2- O médico avalia e  prescreve o tratamento indicado, conforme as condutas adotadas nesse  hospital ou clínica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;3- O paciente é  submetido ao tratamento indicado, inclusive recebe do hospital ou  clínica os quimioterápicos que irá tomar em casa, por via oral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;4- O médico preenche o  laudo de solicitação de autorização para cobrança do procedimento no SUS  e o encaminha ao gestor local, que pode ser uma secretaria municipal ou  estadual de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;5- O gestor autoriza a  cobrança conforme as normas vigentes do Ministério da Saúde e fornece ao  hospital ou clínica um número de APAC.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;6- O hospital ou  clínica cobra do SUS no final do mês o valor mensal do respectivo  tratamento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;7- O SUS paga ao  hospital ou clínica o valor tabelado relativo ao procedimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O que fazer quando o  Plano de Saúde não paga os medicamentos necessários para o tratamento  do câncer?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Muitas operadoras  de planos de saúde recusam-se a dar cobertura ao fornecimento de  medicamentos para uso oral no domicílio, só cobrindo aqueles  medicamentos que são efetivamente administrados na clínica ou hospital. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A indústria farmacêutica vem disponibilizando  cada vez mais quimioterápicos e hormonioterápicos de administração oral,  de uso contínuo e prolongado, sendo que muitos são drogas inovadoras,  de preço extremamente alto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Assim, doentes que têm  seus tratamentos de câncer custeados por operadoras de planos de saúde,  ao receberem uma prescrição de medicamento de tomada oral, de alto  custo, vêem-se impossibilitados de arcar com o tratamento e buscam obter  estes medicamentos por financiamento público.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Nestes casos, para  obter os medicamentos, estes doentes devem ser admitidos para tratamento  integral em Estabelecimento de Saúde do SUS. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Sendo o Sistema Único de Saúde público e de  acesso universal, o atendimento aos doentes independe destes serem  beneficiários de planos de saúde ou não. Porém, existem normas no SUS  que devem ser observadas, como a Integralidade e a Igualdade da  assistência à saúde (já explicadas acima). Isto significa que estes  estabelecimentos, de modo nenhum, podem funcionar unicamente como  unidades de entrega de medicamentos do SUS. Eles devem acolher os  doentes e prestar a estes todos os cuidados dos quais venham necessitar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Se desejar ser atendido  em um Estabelecimento de Saúde do SUS o doente deve procurar a  Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde, do local onde reside para ser  encaminhado. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Se um medicamento  prescrito para o tratamento do câncer ou suas conseqüências, por  qualquer razão, não puder ser obtido, o médico assistente sempre deverá  ser informado para que possa indicar outra modalidade terapêutica, se  possível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais os direitos  de acesso à prestação de cuidados paliativos para um paciente do SUS  fora de possibilidades terapêuticas?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Segundo a Organização Mundial de Saúde, Cuidados Paliativos são  aqueles que consistem na "&lt;i&gt;assistência ativa e integral a pacientes  cuja doença não responde mais ao tratamento curativo, sendo o principal  objetivo a garantia da melhor qualidade de vida tanto para o paciente  como para seus respectivos familiares. A medicina paliativa irá atuar no  controle da dor e promover alívio nos demais sintomas que os pacientes  possam desenvolver&lt;/i&gt;". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;No SUS, os cuidados  paliativos para doentes com câncer avançado podem ser prestados por  hospitais gerais, serviços de atenção domiciliar ou mesmo núcleos de  Programa de Saúde da Família, sempre apoiados por um hospital cadastrado  no SUS para o tratamento de doentes de câncer. Estes hospitais devem  possuir&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;, obrigatoriamente,  estrutura própria ou serviços de referência para prestação de cuidados  paliativos. A prescrição e o fornecimento de opiáceos e os demais  cuidados paliativos também são de responsabilidade do Estabelecimento de  Saúde onde os doentes de câncer estiverem em tratamento sendo este um  Centro de Alta Complexidade em Oncologia – CACON.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Existem transporte  e estadia gratuitos para doentes obrigados a se tratar fora do  domicílio?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O pagamento de  deslocamento e estadia para tratamentos fora do domicílio (TFD), no  âmbito do SUS, está sob a responsabilidade dos gestores municipais e  estaduais do Sistema Único de Saúde, que são as respectivas secretarias  de saúde. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O Ministério da Saúde  provê recursos, de forma programada e limitada a um determinado  orçamento, para que os gestores executem estes pagamentos.Vale ressaltar  que o pagamento das despesas relativas ao deslocamento em TFD só será  permitido quando esgotados todos os meios de tratamento no próprio  município.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Para solicitar este  benefício os doentes devem entrar em contato com a Secretaria Municipal  de Saúde de onde residem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;É possível que os  doentes de câncer sejam convidados para participar de estudos clínicos  ou de outros tipos de pesquisas científicas. Como é a regulamentação das  pesquisas clínicas com pacientes no Brasil?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Existe uma resolução do Conselho Nacional de  Saúde, &lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://conselho.saude.gov.br/docs/Reso196.doc" target="_self"&gt;Resolução n&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;196/96&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, &lt;/i&gt;que aprovou as  diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres  humanos. Toda pesquisa envolvendo seres humanos deverá ser submetida à  apreciação de um &lt;i&gt;Comitê de Ética em Pesquisa – CEP&lt;/i&gt;. As  Instituições nas quais se realizam pesquisas envolvendo seres humanos  deverão constituir um ou mais CEP, conforme suas necessidades. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;É atribuição do CEP revisar todos os protocolos  de pesquisa envolvendo seres humanos, inclusive os multicêntricos,  cabendo-lhe a responsabilidade primária pelas decisões sobre a ética da  pesquisa a ser desenvolvida na instituição, de modo a garantir e  resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas  referidas pesquisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Estas pesquisas podem  ou não ser aprovadas. Quando aprovadas, os projetos de pesquisas devem  ser encaminhados, com o devido parecer, para apreciação da Comissão  Nacional de Ética em Pesquisa -CONEP/MS. Esta Comissão é uma&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; instância colegiada, de natureza consultiva,  deliberativa, normativa, educativa, independente, vinculada ao Conselho  Nacional de Saúde. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Compete à CONEP o exame  dos aspectos éticos da pesquisa envolvendo seres humanos, bem como a  adequação e atualização das normas atinentes. A CONEP consultará a  sociedade sempre que julgar necessário. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Todo e qualquer projeto de pesquisa envolvendo seres humanos  deverá obedecer às recomendações desta Resolução e dos documentos  endossados em seu preâmbulo. A responsabilidade do pesquisador é  indelegável, indeclinável e compreende os aspectos éticos e legais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Uma vez aprovado o  projeto, o CEP passa a ser co-responsável no que se refere aos aspectos  éticos da pesquisa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como essas pesquisas  são financiadas?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Várias são  as fontes de financiamento de projetos de pesquisa, governamentais ou  não: Finep, Capes, Cnen, Fundação Banco do Brasil, CNPq, agências  estaduais ou municipais de fomento à pesquisa, laboratórios da indústria  farmacêutica, etc. Cada agente financiador possui critérios próprios de  decisão quanto à aprovação de financiamento de projetos e o valor deste  financiamento. Além disso, muitos hospitais integrantes do SUS são  beneficiários do FIDEPS , que tem por objetivo, entre outros, auxiliar  no custeio de atividades de pesquisa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Obviamente o  financiamento de uma pesquisa por esta fontes deve abranger todos os  custos, especialmente o fornecimento do medicamento alvo da pesquisa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O que são estudos  clínicos?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;São chamados os  estudos que avaliam um novo tratamento. As pesquisas que envolvem a  avaliação de um novo medicamento, necessitam passar por várias fases de  teste. Existem três tipos de fases de testes nos estudos clínicos. Na&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; primeira fase, chamada de&lt;b&gt; estudo clínico de  fase I, &lt;/b&gt;será avaliada qual deverá ser a melhor via de administração  do novo medicamento (oral, venosa, intramuscular, etc), qual a dose  segura a ser utilizada e qual serão os seus efeitos colaterais. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;No &lt;strong&gt;estudo  clínico de fase II&lt;/strong&gt; avalia-se como funciona este novo  medicamento, isto é qual a sua resposta ao tratamento. Estudos de fase  II focam normalmente em um tipo específico de câncer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;No &lt;b&gt;estudo clínico de  fase III &lt;/b&gt;é comparado o resultado do uso do novo medicamento  (combinado com outro medicamento ou isolado) com o resultado do  tratamento considerado padrão. É nesta fase que se avalia cura e  sobrevida. Os pacientes selecionados a participar deste tipo de estudo  serão escolhidos aleatoriamente. Esta seleção de pacientes poderá por  exemplo, ocorrer por sorteio, isto é, o paciente pode receber o  tratamento padrão ou o tratamento novo. Este tipo de estudo envolve um  grande número de pacientes e deve ser conduzido por muitos doutores,  hospitais e centros de câncer.. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Todos estes passos estão incluídos no conceito do que chamamos  de &lt;b&gt;Metodologia Científica&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O que o doente deve perguntar ao  médico pesquisador?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Qual o  objetivo do estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Por que o  pesquisador pensa que esta pesquisa pode ser eficaz?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quem é o pesquisador responsável?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quem fez a revisão e aprovou este estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como os resultados e a segurança deste estudo  serão verificados?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quanto tempo  irá durar este estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais  serão as minhas responsabilidades se eu participar deste estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais são os possíveis riscos e benefícios?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais são os meus possíveis benefícios de curto  prazo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais são os meus  possíveis benefícios de longo prazo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais são os meus riscos de curto prazo, como os efeitos  colaterais?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais são os meus  possíveis riscos de longo prazo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quais  são as outras opções que pessoas com o meu risco de câncer ou tipo de  câncer tem?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como os possíveis  riscos e benefícios deste estudo podem ser comparados com as estas  opções?&lt;br /&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;uais os tipos de  tratamentos, procedimentos e ou exames eu terei que fazer durante este  estudo?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Poderão estes  tratamentos, procedimentos e ou exames causar algum risco, prejuízo,  desconforto ou dano a minha pessoa?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como os exames deste estudo poderão ser comparados aos exames  que eu faria se não estivesse neste estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Eu estarei apto a tomar as medicações que eu uso  normalmente, enquanto eu estiver neste estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A minha vida do dia a dia poderá ser afetada por  este estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Eu poderei contar  para outras pessoas que eu estou participando deste estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em algum momento deste estudo eu terei que  pagar alguma coisa, como por exemplo exames ou o medicamento do referido  estudo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Eu poderei optar por  sair do estudo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-7323829566851621954?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/7323829566851621954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/perguntas-e-respostas-sobre-o-cancer.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/7323829566851621954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/7323829566851621954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/perguntas-e-respostas-sobre-o-cancer.html' title='Perguntas e Respostas Sobre o Câncer'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-2772825552686820912</id><published>2010-05-21T17:39:00.000-07:00</published><updated>2010-05-22T09:37:20.103-07:00</updated><title type='text'>Conheça mais a Lúpus.  A Cura Definitiva Ainda Está Por Ser Descoberta</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;                                    &lt;b&gt;Aprenda a Viver Bem Com a Lúpus&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&amp;amp;Search=Aids&amp;amp;LibDocID=3885#O%20que%20%C3%A9%20o%20Lupus"&gt;-  O que é o Lupus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&amp;amp;Search=Aids&amp;amp;LibDocID=3885#Causa%20e%20Sintomas"&gt;-  Causa e Sintomas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&amp;amp;Search=Aids&amp;amp;LibDocID=3885#Diagn%C3%B3stico"&gt;-  Diagnóstico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&amp;amp;Search=Aids&amp;amp;LibDocID=3885#Tratamentos"&gt;-  Tratamentos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&amp;amp;Search=Aids&amp;amp;LibDocID=3885#Dietas,%20Gravidez"&gt;-  Dietas, Gravidez&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&amp;amp;Search=Aids&amp;amp;LibDocID=3885#O%20Lupus%20no%20Brasil"&gt;-  O Lupus no Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&amp;amp;Search=Aids&amp;amp;LibDocID=3885#T%C3%A9cnicas%20e%20Pr%C3%A1ticas%20Alternativas"&gt;-  Técnicas e Práticas Alternativas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&amp;amp;Search=Aids&amp;amp;LibDocID=3885#Artigos%20relacionados%20com%20esse%20tema:"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;  &lt;i&gt;Confundida com uma série de outras doenças e com a cura definitiva ainda por ser descoberta, a literatura e os rumores em torno do lupus  são, curiosamente, mais vastos que o conhecimento da própria doença. O lupus  não é contagioso, existem tratamentos, e seu diagnóstico não é uma sentença. Deve continuar sendo exaustivamente pesquisado, antes de ser aceito pelo paciente como tal. A grande maioria dos portadores de lupus pode ter  vida normal, desde que existam, ao seu redor, pelo menos três fatores: um  criterioso cuidado médico, atenção e carinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a name="O que é o Lupus"&gt;&lt;b&gt;O que é o Lupus&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; Lupus é uma doença inflamatória crônica, que pode afetar várias partes  do corpo, principalmente a pele, as juntas, os rins e o sangue, de acordo  com a definição do Dr. Robert G. Lahita, médico e professor norte-americano.  Não é contagioso, nem se pode contrair o lupus por contato sexual, e ainda  não tem semelhança com a Aids. A maioria das pessoas portadoras de lupus pode  ter vida normal e trabalhar, e a expectativa de vida é muitas vezes superior à da  Aids, por enquanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Uma das principais diferenças, e que explica bem o funcionamento do  lupus, é que, na Aids, o sistema imunológico quase não está ativo, está  deficiente, explica a LFA - Lupus Foundation of America. Enquanto que, no caso do  lupus, o sistema imunológico está hiperativo, trabalhando demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais fácil memorização, os tipos de lupus são como a história dos três mosqueteiros, que na verdade são quatro, um deles sempre deixado de citar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Lupus discóide:&lt;/b&gt; é cutâneo, limitado à pele. Exames de  fragmentos de pele podem ajudar no diagnóstico. Neste tipo, podem surgir erupções na  pele e também no pescoço e couro cabeludo. Apenas 10% dos pacientes evoluem para o lupus sistêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Lupus sistêmico:&lt;/b&gt; É a forma mais severa e que requer mais  cuidado, pois vem a se instalar em todo o organismo ou sistema do corpo. Também  chamado LES, ou seja, lupus eritematoso sistêmico. Esse nome significa: lupus  (lobo, em latim - devido às manchas que parecem mordidas de lobo); eritematoso  (que apresenta rubor, vermelhidão); e sistêmico (o sistema todo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Lupus induzido por Drogas:&lt;/b&gt; ataca uma parte muito pequena da população, em geral homens, que tomaram alguns tipos de remédios, por  longo período, como as Drogas usadas para tratamento da pressão alta  (hipertensão) e outras para tratamento do ritmo cardíaco irregular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- E o quarto, lupus neonatal:&lt;/b&gt; é aquele transmitido da mãe ao  filho na gravidez, bastante raro, porém que requisita um acompanhamento e  cuidados muito especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a name="Causa e Sintomas"&gt;&lt;b&gt;Causa e Sintomas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name="Causa e Sintomas"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a name="Causa e Sintomas"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; As causas do lupus são desconhecidas e, de acordo com o Ministério da  Saúde do Brasil (MS), o LES é uma doença auto-imune que tem uma ampla  variedade de manifestações clínicas, pelo fato de acometer vários órgãos. Dr. Lahita explica que os estudos apontam alguma conexão entre o fator genético e o lupus, bem como as interferências do ambiente e o lupus, dando maior  ênfase às últimas, ou seja, aos fatores ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Ministério da Saúde vê o LES como a mais comum das doenças do  colágeno, e também associada à gestação, uma vez que predominam em mulheres, especialmente aquelas em idade reprodutiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para algumas pessoas acometidas de lupus eritematoso sistêmico, somente a  pele e as juntas estão envolvidas, enquanto em outras, os pulmões, fígado,  sangue e outros órgãos e tecidos podem ser afetados, conforme afirma Dr. Robert Lahita. E não existem duas pessoas acometidas de lupus com os mesmos  sintomas, devido ao seu amplo e inesperado raio de ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dr. Lahita relata que o lupus sistêmico inclui períodos chamados de  remissão, onde poucos sintomas estão evidentes, e outros períodos em que a doença  se torna mais ativa (período "explosivo").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo a LFA, acredita-se que certos fatores possam acionar o  aparecimento ou as causas do lupus, e entre esses fatores estão os raios ultravioleta,  certos medicamentos e antibióticos, infecções, hormônios (principalmente o estrógeno, nas mulheres). Em alguns casos, principalmente no lupus  induzido por drogas, os sintomas tendem a desaparecer quando os medicamentos são  retirados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há um outro fator desencadeante para o lupus, que a LFA aceita de  maneira cautelosa, enquanto que as pesquisas da equipe de Dr. Arthur Weinstein, reumatologista norte-americano, são mais incisivas: o stress é um  disparador da síndrome do lupus. Esse é um ponto que vem ganhando mais atenção da ciência, pois é sabido que o stress desorganiza o sistema imunológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Entretanto, se olhado por esse prisma, o mesmo fator de stress (que  inclui tristeza, desesperança, susto, medo, ansiedade, irritação, dores,  melancolia, depressão, etc) que, no caso da Aids, faz com que exista uma deficiência  do sistema imune, que fica sem fabricar defesas, esse mesmo fator aciona o  sistema imune da maneira contrária no lupus, fazendo com que ele produza mais  defesas do que o necessário. Melhor explicando, o sistema "comete um engano", imaginando que o corpo está em perigo e fabrica defesas em demasia,  voltando-se assim contra o próprio organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Neste caso, o sistema imunológico libera adrenalina, noradrenalina e  cortisol, fazendo com que apareça o suor, palpitações, irritação e insônia e, conseqüentemente, o período de trabalho-repouso do corpo fica  comprometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a name="Diagnóstico"&gt;&lt;b&gt;Diagnóstico&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; O diagnóstico é baseado em exames clínicos e de laboratório. Entre os critérios clínicos, o MS relaciona a fotossensibilidade, úlceras orais, artrite, nefrite, alterações neurológicas. Entre os critérios  laboratoriais, o MS aponta alterações hematológicas, imunológicas e anticorpo  antinuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dr. Robert Lahita, em seu estudo sobre o lupus, afirma que devido aos  muitos sintomas de outras doenças que o lupus imita, que às vezes são vagos e  podem desaparecer como vieram, é difícil diagnosticar a doença. É preciso,  segundo o médico, existir uma combinação de dados como o histórico médico  completo da pessoa, bem como uma análise dos resultados obtidos nos testes de laboratório de rotina e alguns outros testes específicos quanto ao  estado do sistema imunológico. Na verdade, segundo Dr. Tahita, ainda hoje não  existe um único teste que possa determinar, sozinho, se uma pessoa tem ou não tem  lupus. É preciso que existam pelo menos 11 sintomas ou sinais, cujos estudos  feitos pelo American College of Rheumatology (ACR) ainda estão sendo revisados.  Desses sintomas, que podem ainda nem ocorrer todos ao mesmo tempo, a pessoa  deve apresentar pelo menos quatro ou mais para só então existir uma suspeita  de lupus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a name="Tratamentos"&gt;&lt;b&gt;Tratamentos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Tratamentos"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a name="Tratamentos"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; A Universidade da Califórnia, a equipe do Dr. Heike Wulff, está  investigando ainda em fase de testes uma substância encontrada no veneno do  escorpião, a qual, segundo ele, servirá não só para o lupus mas para uma série de  outras doenças auto-imunes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Enquanto isto, o Ministério da Saúde recomenda tratar o lupus com drogas imunossupressoras, por considerar que a gravidade da doença em andamento  pode ser maior que os efeitos colaterais desses remédios. Faz um alerta para  algumas drogas que devem ser evitadas em caso de gravidez, por causarem retardo  no crescimento do feto e malformações fetais, e para outras ainda  contra-indicadas para pacientes com artralgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Dr. Tahita lembra que as abordagens devem ser sempre baseadas nas  necessidades e nos sintomas de cada pessoa, pois as características e a evolução do  lupus podem variar muito de uma pessoa para a outra. Ele lembra ainda que é importante um acompanhamento sistemático do médico no sentido de, ao  longo do tratamento, confirmar ou não a doença em definitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para a grande maioria das pessoas com lupus, afirma Dr. Tahita, o  tratamento efetivo pode minimizar os sintomas, reduzir a inflamação e manter em  nível normal as funções vitais. Além disso, relata, medidas preventivas podem reduzir o risco de picos ou explosões da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ele recomenda evitar exposição demasiada ao sol, fazer exercícios  regulares, juntar-se a grupos de portadores de lupus para discussões e  aconselhamento, medidas que podem aliviar o stress. Recomenda também evitar a todo custo  o álcool e o cigarro e fazer check ups regulares, para um maior controle e  bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos remédios utilizados, dependendo do caso de lupus, Dr. Tahita  menciona os antiinflamatórios não-esteróides, o acetominofen, corticosteróides, esteróides (lembrando que eles têm uma série de efeitos colaterais), os remédios usados contra a malária, as drogas imunomoduladoras,  antiagregantes plaquetários que começam por uma simples aspirina, e imunoglobulina por injeção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a name="Dietas, Gravidez"&gt;&lt;b&gt;Dietas, Gravidez&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; De acordo com o Ministério da Saúde, a possibilidade de crises de  atividades nas pacientes grávidas é a mesma das outras mulheres. O risco de ter uma  crise aumenta no pós-parto imediato (oito semanas após o parto), quando o  médico e a paciente devem estar atentos, alerta o Manual Técnico publicado pelo  MS, e a paciente pode ter um curso normal da gravidez ou pode ter partos  prematuros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Dr. R. Lahita lembra a possibilidade de a mulher acometida de lupus se  cuidar para não engravidar, embora ele mesmo relate que não existe nenhum  estudo conclusivo alertando-a para que ela não se exponha a uma gestação. E  ainda, lembra ele, uma vez em estado de gravidez, é aconselhável que a paciente receba o acompanhamento tanto do médico que faz o pré-natal quanto de um médico especialista em lupus. Isto porque nem todos os medicamentos  podem "passar direto" pela formação do bebê e também porque podem ocorrer complicações depois do parto, confirmando o que diz acima o Ministério da Saúde brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto às dietas, não existe uma dieta específica para portadores de  lupus, como não há indicação de alimentos que comprovadamente venham a deter a doença ou, ao contrário, contribuam para piorá-la. O óleo de peixe é  citado como um alimento benéfico, porém não existem dados conclusivos a  respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As dietas devem ser as mesmas de qualquer outra pessoa em estado  delicado de saúde, sempre balanceadas e de preferência naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo Dr. Lahita, retirar por retirar certos alimentos pode não  resultar em nada, ou ainda, a retirada de alguns alimentos pode até fazer mais mal  do que bem ao paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a name="O Lupus no Brasil"&gt;&lt;b&gt;O Lupus no Brasil&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; Algumas pessoas costumam perguntar se o lupus é uma doença fatal, e a  LFA esclarece que não, que o lupus não é considerado universalmente fatal e  que, hoje, com os tratamentos disponíveis, 80 a 90% das pessoas com lupus podem ter uma expectativa de vida relativamente normal. Afirma ainda que  a média de sobrevida da pessoa com lupus é de no mínimo dez anos, e, em  muitos casos de pesquisa, encontram-se pessoas com uma sobrevida bem maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No entanto, o Brasil, que cientificamente dispõe de recursos e pesquisas  para o lupus, além de já estarem se formando grupos de portadores para  discussões, sites específicos na internet sobre o assunto, ainda é um país que, na prática, deve levar um portador de lupus a adotar para si mesmo algumas posturas para preservar sua saúde. Isto porque a miríade de exames necessários para se confirmar o lupus nem sempre está ao alcance da população, sem contar a infinidade de medicamentos, que ainda têm custo praticamente inacessível para um tratamento adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Assim, é aconselhável que a pessoa portadora de lupus seja participativa  em sua recuperação e procure ajuda, da seguinte maneira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- informando-se nos postos da Previdência sobre a possibilidade de aposentadoria por invalidez, quando for o caso. Nos Estados Unidos, a legislação inclui os casos de lupus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- procurando nos hospitais-escola, onde as pesquisas são mais recentes, encontrar um especialista em lupus que acompanhe a pessoa, tendo em  mente buscar o melhor tratamento, a despeito de qualquer dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- encontrando em sua comunidade grupos de discussão, que podem ser  indicados nos próprios hospitais-escola, e engajando-se neles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- informando-se com o médico sobre onde e como obter os remédios  necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- sabendo que a saúde é um direito e que esse direito deve ser  respeitado, procurar ajuda nos meios jurídicos, se necessário, para que o tratamento  seja feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a name="Técnicas e Práticas Alternativas"&gt;&lt;b&gt;Técnicas e Práticas  Alternativas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; Pessoas que sofrem de doenças auto-imunes tendem a ser um tanto  controladoras de seu ambiente. Elas apenas deixam aparente de controlar a evolução da doença porque, desta vez, a própria doença faz isto por elas. Adoecer, portanto, é uma forma sutil de dominar o ambiente em casa, a família, os amigos. Ocorre que, neste caso, o feitiço pode se voltar contra o  feiticeiro. A melhor coisa que a pessoa tem a fazer é rever sua tendência a controlar o ambiente e reavaliar se isso vale a pena, ou se prefere optar pela vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Por outro lado, algumas práticas alternativas não são reconhecidas pelos médicos, e talvez, por dificuldade de mensuração ou de avaliação, talvez nunca sejam. Mas um portador de lupus não deve descartar que a própria ciência começa a reconhecer o stress como um dos fatores desencadeantes  de lupus e, assim, valem algumas medidas alternativas que podem dar à  pessoa mais serenidade e qualidade de vida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Caminhadas ao ar livre, sem pressa, de preferência em lugar tranqüilo e agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não se isolar, procurar ampliar seu círculo de amizades, trocar idéias  com pessoas amigas, procurando estar sempre em companhia de pessoas  positivas e otimistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Selecionar passatempos que não sejam por si estressantes, mas que  relaxem e divirtam, desviando a atenção da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fazer relaxamento em grupo, até que aprenda a fazer sozinho, preferencialmente com música suave em tom baixo, ou sons de sinos, água, vento, sons da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se religioso, aprender a rezar as orações (independe de qual religião pertença) sem aflições, com concentração e serenidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mudar alguns hábitos de vida e algumas posições filosóficas e internas  rígidas, ajuda muito a reduzir o stress.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desejar e principalmente permitir que condições melhores de saúde se iniciem em seu organismo, adotando uma postura tranqüila e otimista,  mesmo contra todas as evidências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conhecer as práticas alternativas como yoga, shiatsu, tai-chi e  inúmeras outras, selecionando bem o local e as pessoas que dirigem, e escolher  uma prática que mais lhe agrade, freqüentando com regularidade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;  O importante nisso tudo é ter conciencia de que a lúpus não é nenhum bicho  podemos sim viver bem com a lúpus e ter uma vida normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr color="#000000"&gt;  &lt;a name="Artigos relacionados com esse tema:"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-2772825552686820912?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/2772825552686820912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/conheca-mais-lupus-cura-definitiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2772825552686820912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2772825552686820912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/conheca-mais-lupus-cura-definitiva.html' title='Conheça mais a Lúpus.  A Cura Definitiva Ainda Está Por Ser Descoberta'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-132231174264845436</id><published>2010-05-21T17:32:00.000-07:00</published><updated>2010-05-21T17:37:39.561-07:00</updated><title type='text'>O Lúpus e a Gravidez</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Uma vez que o lúpus afeta  principalmente mulheres jovens, a gravidez sempre passa a ser uma questão crucial. Há anos atrás, todos os textos médicos diziam que pacientes com lúpus não poderiam ter filhos e, se ficassem  grávidas, deveriam realizar abortos. Obviamente, essas conclusões antigas estavam erradas. Hoje em dia, 50 porcento de todas as gestações com lúpus são completamente normais, e 25 porcento dão à luz bebês prematuros. A perda  do feto, devido a abortos espontâneos, ou a morte do bebê são responsáveis pelos 25 porcento restantes. Embora nem todos os problemas da gravidez  com lúpus tenham sido resolvidos, ela é possível, e o nascimento de crianças  normais é a regra. &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Mesmo sendo  perfeitamente possível que pacientes com lúpus tenham filhos, a gravidez pode não ser fácil. É importante notar que apesar de muitas  gestações com lúpus serem completamente normais, todas devem ser consideradas de "alto risco". "Alto risco" é o termo usado comumente pelo obstetras para indicar que problemas podem ocorrer e que devem ser  antecipados. Grávidas com lúpus devem ser acompanhadas por obstetras que estejam inteiramente familiarizados com gestações de alto risco, e que trabalhem  em conjunto com o médico principal da mulher (o que acompanha o lúpus). O  parto deve ser planejado para um hospital que disponha de uma unidade  especializada no tratamento de recém-nascidos prematuros. Mamães com LES não devem tentar  o parto em casa, nem devem estar excessivamente preocupadas com parto "normal", uma vez que complicações durante o parto são freqüentes. Contudo, sob severa observação, os riscos para a saúde da mãe são  diminuídos, e o nascimento de bebês saudáveis é perfeitamente possível. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;A gravidez vai  despertar o meu lúpus?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Apesar de alguns  textos médicos mais antigos sugerirem que crises de LES são comuns na gravidez, estudos recentes indicam que essas crises são raras e normalmente facilmentes tratadas. A verdade é que, de 6 a 15 porcento  dos pacientes com lúpus atualmente vão experimentar uma melhora nos sintomas  do lúpus durante a gravidez. As crises normalmente ocorrem durante o primeiro ou  segundo trimestre, ou durante os dois meses imediatamente após o parto. A  maioria das crises tende a ser suave. Os sintomas mais comuns dessas crises são  artrite, RASHES e fadiga. Aproximadamente 33 porcento das pacientes com lúpus vão  ter uma diminuição do número de plaquesta no sangue durante a gravidez, e  cerca de 20 porcento vão ter um aumento ou nova ocorrência de proteína na  urina. Mulheres que concebem após 5-6 meses de remissão da doença são menos  suscetíveis à uma crise do lúpus do que aquelas que ficam grávidas quando o lúpus  está ativo. Nefrite lúpica antes da concepção também aumenta as chances de se  ter uma crise durante a gravidez. É importante distinguir os sintomas de uma  crise do lúpus das mudanças normais do corpo que ocorrem durante a gravidez.  Por exemplo, o fato dos ligamentos que unem as juntas normalmente se  tornarem mais suaves na gravidez, favorecem o acúmulo de fluidos nas juntas,  especialmente nos joelhos, o que causa inchaços. Apesar disso sugerir um aumento na  inflamação devido ao lúpus, também pode simplesmente ser o inchaço que normalmente ocorre na gravidez. Similarmente, LUPUS RASHES podem aparentar uma piora  durante a gravidez, mas isto é usualmente devido a um maior fluxo de sangue para  a pele, comum na gravidez (o 'tom rosado' de uma grávida). Muitas mulheres  também podem experimentar o nascimento de cabelo na gravidez, seguido de uma  grande queda de cabelo após o parto. Embora a queda de cabelos seja um sintoma  da atividade do LES, é mais um resultado das mudanças que ocorrem durante  uma gravidez normal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Qual é o melhor  momento para ficar grávida?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  A resposta é simples:  quando você estiver mais saudável. Durante a remissão, as mulheres têm muito menos problemas do que quando a doença está ativa.  Os bebês ficam bem melhores, e todos se preocupam menos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Regras de boa saúde  são essenciais: coma bem, tome os medicamentos conforme a prescrição, visite seu(s) médico(s) regularmente, não fume, não beba  e, certamente, não use drogas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Por quê visitas  freqüentes ao médico são tão importantes numa gravidez com lúpus?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Visitas freqüentes ao  médico são importantes em qualquer gravidez de alto risco, isso porquê muitos problemas podem ser prevenidos, ou tratados  mais facilmente, se observados no início. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Cerca de 20 porcento  das pacientes com lúpus têm um súbito aumento da pressão sangüínea, de proteína na urina, ou ambos durante a gravidez.  Isto é chamado toxemia da gravidez (ou pré-eclâmpsia, ou hipertensão induzida pela gravidez). Essa é uma situação muito séria requerendo tratamento imediato e, usualmente, um parto prematuro. A toxemia é mais comum em  mulheres mais velhas, negras, com gêmeos, com problemas nos rins, com pressão  alta, e em mulheres que fumam. A quantidade de SERUM COMPLEMENT e de plaquetas  no sangue podem estar anormais nesses casos. Uma vez que os níveis de COMPLEMENT e  de plaquetas também são anormais durante as crises de LES, pode ser difícil  para o médico ter certeza de que não é uma crise que está causando esses sintomas. Se a toxemia é prontamente tratada a mulher não fica em  perigo, mas há um grande risco de morte do bebê se isso não acontecer. Se a toxemia é ignorada ambos, a mulher e seu bebê, ficam em perigo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Durante o progresso  da gravidez é prudente que o médico verifique o crescimento do bebê através de ultra-sonografias (que são inofensivas). O  médico também deve checar com freqüência o batimento cardíaco do bebê. Anormalidades no crescimento do bebê ou no seu batimento cardíaco podem  ser os primeiros sinais de problemas que podem ser tratados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Posso ingerir  medicamentos durante a gravidez?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  É sempre imprudência  ingerir medicamentos desnecessários durante a gravidez. Contudo, medicamentos necessários não devem ser  descontinuados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  É seguro usar a  maioria dos medicamentos normalmente ingeridos por pacientes com LES durante a gravidez. Prednisona, Prednisolona e, provavelmente, methylprednisolona (Medrol) não atravessam a placenta e são seguros para  o bebê. Específicamente, dexamethasona (Decadrol, Hexadrol) e betamethasona  (Celestone) atingem o bebê e são usados SOMENTE quando é necessário tratar também do bebê. Por exemplo, esses medicamentos podem ser usados para ajudar os  pulmões do bebê a madurar mais rapidamente se o bebê vai ser prematuro. Aspirina  é seguro; é freqüentemente usada para proteger contra a toxemia da  gravidez. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Estudos preliminares  sugerem que azathioprine (Imuran) e hidroxicloriquina (Plaquinol) não afetam os bebês, mas isso ainda não é confirmado. Cyclophosphamide  (Cytoxan) é definitivamente nocivo se ingerido durante os três primeiros meses de gravidez. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;O que dizer sobre o  tratamento profilático (preventivo) com Prednisona?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Alguns poucos médicos  acham que toda grávida com lúpus deveria ingerir pequenas doses de Prednisona para prevenir o aborto. Contudo, ainda não  há dados confirmados de que isso é necessário. Da mesma forma, alguns  médicos acham que esteróides devem ser ministrados ou terem as doses aumentadas  após o nascimento do bebê para evitar 'crise pós-parto'. Mais uma vez, não há  evidência de que isso seja necessário na maioria dos casos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;O que são  anticorpos antifosfolipídeos e porquê são tão importantes?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Cerca de 33 porcento  de pacientes com lúpus têm anticorpos que interferem com as funções da placenta. Esses anticorpos são chamados  antiphospholipid anticorpos, o anticoagulante lúpico ou anti-cadiolipina. Esses  anticorpos podem causar coágulos sangüíneos, incluindo coágulos na placenta, que impedem o seu crescimento e funcionamento normais. Isso ocorre normalmente durante  o segundo trimestre. Uma vez que a placenta é a passagem dos nutrientes da  mãe para o feto, o crescimento do bebê é desacelerado. O bebê pode nascer  neste momento e será normal se estiver grande o bastante. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  O tratamento para  pacientes com lúpus que tenham estes anticorpos ainda está sendo testado. Aspirina, Prednisona, Heparin e PLAMAPHERESIS têm sido  sugeridos como possíveis terapias. Contudo, mesmo com o uso de tais medicamentos,  estes anticorpos ainda assim podem conduzir para um aborto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Meu bebê será  normal?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  A prematuridade é o maior perigo para o bebê. Cerca de 50 porcento das gestações com lúpus terminam antes dos 9 meses, usualmente devido às complicações apresentadas acima. Bebês nascidos  após 30 semanas ou com mais de 1,2 Kg crescem normalmente. Mesmo bebês com  cerca de 800 g têm sobrevivido e com saúde em todos os aspectos; mas o resultado é incerto para bebês deste tamanho. Não há nenhuma anormalidade congênita  que ocorra apenas em bebês de pacientes com lúpus (exceto como descrito  abaixo), e nenhuma freqüência anormal de retardamento mental. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Meu bebê terá  lúpus?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Cerca de 1/3 das  pacientes com lúpus têm um anticorpo conhecido como anti-Ro ou anti-SSA. Aproximadamente 10 porcento das mulheres com  anti-Ro, ou cerca de 3 porcento de todas as mulheres com lúpus, vão ter um bebê com  uma síndrome conhecida como lúpus neo-natal. Lúpus Neo-natal não é LES. Ele consiste  de um(a) RASH passageiro(a), anormalidades na contagem sangüínea também passageiras, e um tipo especial de anormalidade no batimento cardíaco.  Se a anormalidade nos batimentos cardíacos ocorrer, o que é muito raro, ela é  passível de tratamento; mas é permanente. O lúpus neo-natal é o único tipo de anormalidade congênita encontrada em crianças cujas mãe tem lúpus. Bebês com lúpus neo-natal que não têm o problema no coração, não apresentam nenhum traço da doença já pelos 3-6 meses de vida, e ela não reaparece. Mesmo bebês com a anormalidade nos batimentos cardíacos crescem  normalmente. Se uma mão teve um filho com lúpus neo-natal, há cerca de 25 porcento de chances de dar à luz outra criança com o mesmo problema. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Vou precisar fazer  uma cesariana?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Bebês muito  prematuros, ou que mostrem sinais de estresse, bebês de mães que tenham baixo número de plaquetas, e bebês de mães que estejam muito doentes são quase sempre nascidos de cesariana. Este é, normalmente, o  método mais rápido e seguro de nascimento para esses casos. Normalmente, a  decisão sobre o tipo de parto não é tomada com antecipação devido às  circunstâncias específicas do momento do parto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Posso amamentar?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Apesar da amamentação  ser possível para pacientes com lúpus, o leite materno pode não descer se o bebê for muito prematuro porque eles não  são fortes o bastante para sugar, e assim, não podem ingerí-lo. Contudo, o  leite pode ser bombeado do seio para alimentar um bebê prematuro que não seja  forte para sugar, isso se a mãe assim desejar. Plaquinol e as drogas  citotóxias (Cytoxan, Imuran) passam para o bebê através do leite. Alguns medicamentos, como a Prednisona, podem impedir a produção do leite. Se você estiver ingerindo algum medicamento é melhor não amamentar, mas se o seu médico permitir  você pode fazê-lo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Quem vai tomar  conta do bebê?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt;  Futuros pais não  perguntam normalmente o que vai acontecer após o nascimento do bebê se a mãe estiver doente e incapacitada de cuidar da  criança. Já que é possível que uma paciente com lúpus tenha futuros períodos de  doença, é prudente considerar a possibilidade e ter planos alternativos para os cuidados da criança (esposo, avós etc.) se necessários&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-132231174264845436?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/132231174264845436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/o-lupus-e-gravidez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/132231174264845436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/132231174264845436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/o-lupus-e-gravidez.html' title='O Lúpus e a Gravidez'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-1075986528167880357</id><published>2010-05-19T10:12:00.000-07:00</published><updated>2010-05-19T10:15:05.401-07:00</updated><title type='text'>Novas descobertas sobre as doenças autoimunes - O que a ciência tem revelado sobre males como lúpus e esclerose múltipla</title><content type='html'>Diante de incertezas e acasos, o ser humano tenta encontrar uma explicação para fatos à primeira vista inexplicáveis. E um deles é a existência de doenças autoimunes. Os cientistas ainda tateiam em busca de motivos pelos quais nossas próprias defesas passariam a encarar o organismo como um adversário em um campo de batalha. A herança genética, é quase certo, tem parcela de culpa nesse desatino do sistema imunológico. Até aí, não há mesmo o que fazer. O curioso é que muita gente, apesar da predisposição, passa a vida toda sem experimentar essa reação masoquista dos guardiões do corpo. “Isso é o maior sinal de que fatores ambientais atuariam como estopins importantes para a autoagressão”, opina o reumatologista Luis Eduardo Andrade, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).&lt;br /&gt;&lt;div id="pagination_0"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;  Pesquisadores dos quatro cantos do globo querem decifrar quais seriam esses gatilhos. Um grupo do National Institute of Environmental Health Sciences, nos Estados Unidos, investigou o impacto dos raios ultravioleta do sol nos autoataques do corpo. Eles analisaram 380 pacientes diagnosticados com uma doença autoimune que acomete a pele, a dermatomiosite. Colheram amostras de sangue e verificaram a presença de um anticorpo específico, associado à exposição excessiva ao sol. “Confirmamos que a radiação altera o DNA das células cutâneas, o que aumenta, sobretudo nas mulheres, o risco de o organismo enxergá-las como estranhas, desencadeando o problema”, revela Frederick Miller, o autor do estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Outra descoberta vem da Universidade da Califórnia, também nos Estados Unidos. Ali, os investigadores alteraram ratos, retirando de seus macrófagos — integrantes do sistema imune — uma proteína chamada TLR4. Depois, alimentaram os animais com uma dieta gordurosa, até que atingissem a faixa do sobrepeso. Ao contrário das cobaias normais, as modificadas não apresentaram inflamações nem resistência à insulina — reações esperadas quando se engorda demais. Ou seja, seria a tal proteína que ativaria a resposta imune à gordura. “Esse resultado é instigante, mas precisamos de mais estudos”, diz a reumatologista Maria Helena Kiss, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Recentemente na Suíça, na última reunião da Liga Europeia contra o Reumatismo — mal também causado pelas defesas do corpo —, os especialistas identificaram outras faíscas que fariam o sistema imunológico pegar fogo. “Parece que o cigarro e o consumo excessivo de café são capazes de tirá-lo do prumo”, revela a reumatologista Evelyn Goldenberg, da Unifesp. O estresse, as infecções sucessivas e até as pílulas anticoncepcionais completam a lista de suspeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Quanto mais cedo forem detectados o reumatismo e outras encrencas autoimunes, menores os riscos de complicação grave. “Febre, sensação de fadiga, manchas avermelhadas na pele e dor nas articulações nunca devem ser subestimados”, avisa Maria Helena Kiss. Infelizmente, ainda não existe uma cura definitiva para esses males. O que se consegue, com os recursos modernos, é minimizar seus estragos e proporcionar maior bem-estar. Conheça, a seguir, o que é possível fazer nas principais enfermidades provocadas pelo sistema imunológico.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="pagination_1" style="display: none;"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lúpus eritematoso sistêmico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entre todos os problemas autoimunes, é a disfunção mais temida porque, não raro, atinge órgãos vitais, como os rins, os pulmões, o cérebro e o coração, além da pele. “Acreditamos que a alta exposição aos raios ultravioleta e o uso de contraceptivos orais tornem o indivíduo mais suscetível ao lúpus”, avisa a imunologista Myrtes Toledo Barros, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Por isso, protetor solar nunca é demais. E por isso também mulheres com histórico familiar da doença devem fazer uso de anticoncepcionais de baixa dosagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A opção mais branda para contornar o lúpus são os anti-inflamatórios. Para as crises mais intensas, são prescritos corticoides, que, embora sejam mais eficazes contra a inflamação, provocam efeitos colaterais como obesidade e diabete. “Quando necessário, apelamos para drogas como o metrotexato e a cloroquina, que modulam a resposta imunológica, e para os imunossupressores, que, como o próprio nome sugere, reduzem a atividade do sistema de defesa”, explica Myrtes Barros. A questão é que esses últimos medicamentos baixam a guarda do organismo, deixando-o à mercê de infecções oportunistas. Quando nada disso resolve, ainda é possível lançar mão de uma classe de remédios classificados como anticorpos monoclonais. “Eles agem em alvos específicos, reduzindo reações indesejáveis. No caso do lúpus, o objetivo é bloquear o TNF-alfa, substância inflamatória produzida pelas células imunes”, ensina Luis Eduardo Andrade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artrite reumatoide&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Essa doença inflamatória crônica geralmente acomete as cartilagens e ossos das pequenas e médias articulações, como mãos e punhos. “Mais raramente, pode prejudicar outros órgãos, como os pulmões”, alerta Evelyn Goldenberg. Outra forte razão para não negligenciar o problema acaba de ser discutida na Liga Europeia contra o Reumatismo. “Quando não controlada, a inflamação pode afetar as artérias, aumentando o risco de doença cardiovascular”, conta Evelyn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos anti-inflamatórios, dos corticoides e dos imunossupressores, os médicos têm observado excelentes resultados com as drogas biológicas influxumabe e etarnecept, que impedem a ação nociva do TNF-alfa nas articulações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tireoidite de hashimoto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aqui o alvo é a tireoide, glândula responsável por produzir hormônios fundamentais para o bom funcionamento do organismo. “No caso, os linfócitos produzem anticorpos contra as células tireoidianas e as destroem aos poucos”, explica o endocrinologista Filippo Pedrinola, de São Paulo. “A vítima, então, começa a enfrentar ressecamento da pele e dos cabelos, depressão, fadiga, ganho de peso, constipação intestinal e, no caso das mulheres, alterações do ciclo menstrual”, continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o foco do tratamento não é conter a agressão à tireoide. “O principal é fazer a reposição do hormônio levotiroxina, que ela deixa de produzir naturalmente”, diz Pedrinola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diabete tipo 1&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ele ocorre quando os anticorpos se voltam contra as chamadas células beta do pâncreas, as responsáveis por fabricar insulina, aquele hormônio que converte açúcar em energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sede e urina excessivas, mal-estar geral, perda de peso e fadiga são algumas manifestações do problema”, lista Filippo Pedrinola. A única saída é a reposição de insulina sintética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No futuro, a esperança é o implante de células do pâncreas no fígado do paciente, método que ainda está em fase experimental”, antecipa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Psoríase&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As vítimas dessa doença são as proteínas das células da epiderme e da derme — duas camadas mais superficiais da pele. “A lesão se manifesta em forma de manchas vermelhas e descamativas, que normalmente acometem as áreas articulares, como joelho e cotovelo, e o couro cabeludo. Para amenizar o incômodo, o metrotexato, os corticoides tópicos e imunossupressores costumam ser bastante utilizados. Os bloqueadores de TNF-alfa também são uma opção interessante, já que essa substância inflamatória é característica da doença. “Curiosamente, ao contrário do lúpus, o sol costuma ser benéfico no quadro de psoríase”, afirma Maria Helena Kiss.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doença celíaca&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“Em vez de mirar em um tecido do corpo, aqui o sistema imunológico descontrolado reage contra a gliadina, uma proteína presente no trigo, no centeio e na cevada”, descreve Myrtes Barros. Ou seja, basta comer um pãozinho para que a intolerância dê as caras, levando a diarreia, vômito, mal-estar e, consequentemente, a anemia e lesão da mucosa intestinal. O jeito é eliminar os causadores da reação do cardápio e optar por derivados de milho e mandioca. Boa notícia: vacinas e medicamentos para controlar a sensibilidade no intestino estão sendo testados no exterior.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;script type="text/javascript"&gt;var pwa_pagination_number_pages = 2;&lt;/script&gt;           &lt;div class="foto"&gt;&lt;img src="http://saude.abril.com.br/imagens/0319/desenho-homem-mao.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;                                                   &lt;!-- /body --&gt;         &lt;div id="prapag"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-1075986528167880357?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/1075986528167880357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/novas-descobertas-sobre-as-doencas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1075986528167880357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1075986528167880357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/novas-descobertas-sobre-as-doencas.html' title='Novas descobertas sobre as doenças autoimunes - O que a ciência tem revelado sobre males como lúpus e esclerose múltipla'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-8630459554441030075</id><published>2010-05-19T10:07:00.000-07:00</published><updated>2010-05-19T10:09:44.937-07:00</updated><title type='text'>Câncer: por que ele acontece?</title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;em&gt;CÂNCER: por quê?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ele ainda intriga médicos, cientistas e pacientes. Apesar dos avanços no tratamento e no diagnóstico, os especialistas ainda não têm respostas definitivas sobre a sua gênese&lt;/h2&gt;     &lt;div id="author" class="autor"&gt;&lt;h3&gt;por Fábio De Oliveira | design Giovanni Tinti&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div id="text" class="texto"&gt;&lt;a name="top"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div id="pagination_0"&gt;&lt;p&gt;  O organismo humano passa por uma renovação constante. Isso porque a maioria de seus 100 trilhões de células têm prazo de validade. Nesse meio-tempo, obedecendo a comandos moleculares, essas unidades microscópicas se dividem, dando origem a novos exemplares. Mas alguns deles podem sair da linha de montagem com &lt;span class="link-complemento"&gt;&lt;a title="Tipos de câncer" target="_blank" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_289403.shtml"&gt;defeito de fabricação&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. As &lt;span class="link-complemento"&gt;&lt;a title="células cancerosas" target="_blank" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_289398.shtml"&gt;células defeituosas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, no entanto, costumam ser pouco longevas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O organismo dispõe de vários mecanismos para &lt;span class="link-complemento"&gt;&lt;a title="Defesa contra células cancerosas" target="_blank" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_289399.shtml"&gt;eliminá-las&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, não permitindo que elas se reproduzam, explica o oncologista clínico Artur Katz, do Centro de Oncologia do &lt;span class="link-externo"&gt;&lt;a title="Hospital Sírio-Libanês" target="_blank" href="http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/"&gt;Hospital Sírio-Libanês&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, em São Paulo. E esses mecanismos fiscalizam uns aos outros, se complementando. "É como se fosse um controle de qualidade. Ele precisa ser perfeito", acrescenta o cirurgião oncologista Benedito Mauro Rossi, do &lt;span class="link-externo"&gt;&lt;a title="Hospital A.C. Camargo" target="_blank" href="http://www.hcanc.org.br/"&gt;Hospital A.C. Camargo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, na capital paulista. "Veja o caso das células do intestino", continua Rossi. "Elas existem aos milhões e se renovam a cada 48 horas. Imagine esse processo ad continuum? Daí a necessidade de uma monitoração constante do próprio corpo."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dessa forma, uma célula recém-saída do forno e que foge aos padrões de excelência, com profundas alterações em seu material genético, se &lt;span class="link-complemento"&gt;&lt;a title="células cancerosas se autodestruindo " target="_blank" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_289404.shtml"&gt;autodestrói&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Esse suicídio celular, conhecido como apoptose, vem à tona graças a uma série de reações deslanchadas por uma proteína encontrada no núcleo, a p53. Só que, por algum motivo, todo esse esquema de proteção às vezes entra em pane e a célula defeituosa começa a se multiplicar loucamente. É a gênese do tumor. Mas por que isso acontece? E por que algumas pessoas desenvolvem câncer e outras não? &lt;span class="link-complemento"&gt;&lt;a title="estratégias anticâncer" target="_blank" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_289401.shtml"&gt;Como preveni-lo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;? O neuropsiquiatra francês David Servan-Schreiber foi atrás de algumas respostas para essas questões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Servan-Schreiber lançou na França, no segundo semestre do ano passado, o livro Anticancer (Éditions Robert Laffont) anticâncer, em português , obra que já vendeu quase 800 mil exemplares por lá. Aos 46 anos, ele descobriu que tinha um &lt;a title="o tumor na história" target="_blank" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_289400.shtml"&gt;tumor &lt;/a&gt;cerebral aos 31, no auge de sua carreira científica. Quase duas décadas mais tarde e depois de uma recidiva, o neuropsiquiatra mergulhou numa série de estudos sobre a doença e chegou à conclusão de que &lt;span class="link-complemento"&gt;&lt;a title="e qual o papel das emoções?" target="_blank" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_289397.shtml"&gt;hábitos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; como a alimentação e afins, mais do que os &lt;span class="link-complemento"&gt;&lt;a title="é genético?" target="_blank" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_289396.shtml"&gt;genes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, são os grandes responsáveis pelo crescimento de casos de tumores, sobretudo nos países ocidentais. Servan-Schreiber cita os resultados de um trabalho dinamarquês para comprovar sua tese.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;script type="text/javascript"&gt;var pwa_pagination_number_pages = 1;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-8630459554441030075?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/8630459554441030075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/cancer-por-que-ele-acontece.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/8630459554441030075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/8630459554441030075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/cancer-por-que-ele-acontece.html' title='Câncer: por que ele acontece?'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-4076175668166667019</id><published>2010-05-19T10:02:00.000-07:00</published><updated>2010-05-19T10:07:00.969-07:00</updated><title type='text'>Duas Novidades Sobre o Cancêr - A nova pista está no sangue</title><content type='html'>&lt;div id="pagination_0"&gt;&lt;p&gt;  Em busca de sinais precoces da doença, cientistas da &lt;span class="link-externo"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.ucd.ie/"&gt;Universidade de Dublin&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, na Irlanda, descobriram moléculas de açúcar que podem denunciar a presença de tumores. É que algumas delas se ligam a proteínas produzidas pelas células cancerosas. Assim, a idéia é usá-las como marcadores de tumores. Daí, bastaria realizar um exame de sangue. “Mas devemos esperar pelo menos uma década para o método tornar-se realidade”, estima o oncologista Bernardo Garicochea, do &lt;span class="link-externo"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/"&gt;Hospital Sírio-Libanês&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;DEDO-DURO DE TUMORES &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Veja como certos açúcares encontrados no sangue poderão acusar a existência de um câncer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. As células do tumor fabricam proteínas que nem sempre podem ser identificadas com precisão. Pesquisadores irlandeses observaram que, ligadas a elas, existem moléculas específicas de açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Depois de extraídas do sangue, essas moléculas são separadas das proteínas e submetidas à ação de enzimas, que as quebram em frações menores. Esses pedacinhos, por sua vez, ganham uma identificação, que permitirá apontar a existência de um tumor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;A cura dos tumores?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Pesquisadores da &lt;span class="link-externo"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.wfu.edu/"&gt;Universidade Wake Forest&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, nos Estados Unidos, desenvolveram uma terapia que extinguiu o câncer em ratos. O tratamento consiste em transpor células de defesa dos bichos resistentes ao problema a portadores do mal. Os testes em seres humanos devem começar em breve. “Mas existe uma grande diferença entre as respostas imunológicas obtidas em ratos de laboratório e as ocorridas dentro do corpo humano, que são muito mais complexas”, pondera o oncologista Marcelo Fanelli, do &lt;span class="link-externo"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.hcanc.org.br/"&gt;Hospital A.C. Camargo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, em São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Boa pergunta &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“QUAL DEVO APLICAR PRIMEIRO NO ROSTO: CREME PARA TRATAR PROBLEMAS DE PELE OU PROTETOR SOLAR? UM PODE ANULAR O OUTRO?”&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ivonete Poerner, por e-mail.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Comece pelo creme e só depois passe o protetor”, ensina a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo. “Qualquer creme medicinal age ao penetrar na pele. Já o protetor fica na superfície cutânea. Dessa forma, se for aplicado primeiro pode barrar o efeito do medicamento”, continua Denise. Seu colega Heitor Gonçalves, de Fortaleza, no Ceará, informa que já existem cremes com filtro solar. “Converse com um dermatologista, que indicará o produto de acordo com a necessidade.” (E.M.)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;script type="text/javascript"&gt;var pwa_pagination_number_pages = 1;&lt;/script&gt;           &lt;div class="foto"&gt;&lt;img src="http://saude.abril.com.br/imagens/0303/medicina-avanco-303.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;div id="relacionados"&gt;      &lt;ul&gt;&lt;li class="clmed"&gt;&lt;a href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0277/medicina/conteudo_166206.shtml"&gt;Sim, estresse favorece o câncer&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="clmed"&gt;&lt;a href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0295/medicina/conteudo_269765.shtml"&gt;Câncer: por que ele acontece?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;     &lt;/div&gt;                                                &lt;!-- /body --&gt;         &lt;div id="prapag"&gt; &lt;span id="title" class="titulo"&gt;&lt;h1&gt;Sim, estresse favorece o câncer&lt;/h1&gt;&lt;/span&gt;     &lt;span id="eye" class="olho"&gt;&lt;h2&gt;São cada vez mais fortes as evidências de que hormônios liberados em estados de tensão exacerbada agem sobre os tumores, ajudando-os a crescer e se espalhar&lt;/h2&gt;&lt;/span&gt;     &lt;span id="author" class="autor"&gt;&lt;h3&gt;por Michelle Veronese | design Giovanni Tinti | fotos Gustavo Arrais&lt;/h3&gt;&lt;/span&gt;     &lt;span id="text" class="texto"&gt;&lt;h4&gt;&lt;a name="top"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="texto"&gt; &lt;div id="pag1" style="visibility: hidden; position: absolute; top: -2000px;"&gt;É um sobe-e-desce perigoso. Quando o estresse aumenta a imunidade vai lá para baixo e elevam-se os riscos de o corpo adoecer. Dessa gangorra surgem gripes, dores de cabeça, mal-estar... Até aí nenhuma novidade. Mas nos Estados Unidos os especialistas do M.D. Anderson, centro de pesquisa sobre câncer ligado à Universidade do Texas — um dos maiores pólos mundiais de investigação dessa doença —, notaram que o estresse desencadeia outro arriscado efeito dominó capaz de acelerar o desenvolvimento de células malignas no organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para chegar a essa conclusão a equipe comandada pelo oncologista Anil Sood injetou células cancerosas em camundongos. Eles então observaram como a doença evoluía entre as cobaias estressadas e aquelas poupadas de situações de tensão. No grupo de roedores submetidos a várias horas de confinamento por dia — experiência que os deixava nervosos pra valer — os tumores cresceram de duas a três vezes mais rápido em comparação com os que viviam em clima de relax. O câncer ainda se espalhou pelo fígado e pelo baço nos animais estressados. Nos camundongos da turma do sossego a doença não só avançou lentamente como deixou de invadir outros órgãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fotodir" style="float: right;"&gt;IMAGEMTXT&lt;/span&gt;Olhando os tumores de perto, os oncologistas perceberam o que estava acontecendo. "Quando o estresse chega a níveis crônicos, aumenta a quantidade de hormônios adrenérgicos, da família da adrenalina", explica Anil Sood em entrevista à &lt;em&gt;SAÚDE&lt;/em&gt;!. "Descobrimos que essas substâncias se unem a receptores nas células do tumor, acelerando o surgimento dos vasos sangüíneos que o alimentam para crescer." A descoberta acaba de ser publicada na conceituada revista inglesa &lt;em&gt;Nature Medicine&lt;/em&gt; e reacende o debate: será que o estresse pode mesmo causar o câncer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já se imaginava que a tensão constante pudesse prejudicar a resposta imunológica", comenta a médica Nise Yamagushi, presidente da Sociedade Paulista de Oncologia. "Mas o fato de ela agir na célula tumoral é um dado novo." Para o oncologista Daniel Luiz Gimenez, do Hospital do Câncer de São Paulo, a pesquisa do M.D. Anderson é um passo importante para estabelecer os elos químicos entre mente e corpo. "Mas é bom lembrar que nem sempre o que acontece em animais pode ser reproduzido em humanos", pondera.  &lt;p&gt;O próprio Amil Sood, coordenador do estudo, lembra que ele e seu time não descobriram que estresse causa câncer, mas que é capaz de agravar a doença. Sua investigação revelou outro dado importante: quando os animais estressados foram tratados com propalonol, um medicamento indicado para a hipertensão porque diminui a contração dos vasos provocadas pelos hormônios do estresse, os tumores pararam de crescer e proliferar. "Se uma droga como essa é capaz de bloquear o efeito do estresse no tumor e interromper sua evolução, ela poderá se tornar muito útil no futuro", diz Sood.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="pag2" style="visibility: hidden; position: absolute; top: -2000px;"&gt;  &lt;p&gt;Luto, divórcio e outras mudanças drásticas no dia-a-dia — muita gente se pergunta se poderiam afetar de tal maneira o sistema de defesa a ponto de abrir brechas para o câncer. Poderia ser o caso da professora Therezinha de Jesus Donati, que tratou um tumor maligno no útero dez anos atrás, quando se aposentou. "Na época eu sofria de muita ansiedade", conta ela, hoje com 70 anos. Mara Eckmann, 52, também desconfiou do impacto do estresse sobre a saúde quando, há nove anos, teve câncer no intestino. Por precaução, mudou de emprego e procurou relaxar mais. "Hoje continuo correndo muito, mas tento não me preocupar tanto", conta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo o oncologista Daniel Gimenez, a associação entre períodos de grande abalo emocional e o surgimento do câncer tem sido bastante investigada. "Podem existir casos isolados. No entanto, estudos populacionais mostraram que não existe essa relação", ele opina. Alguns psicólogos, porém, pensam diferente, baseando-se em dados coletados entre os próprios pacientes. Eles defendem que o estresse pode, sim, ser um elemento que predispõe a tumores. "No histórico de muitos doentes freqüentemente identificamos fatores de vulnerabilidade, como conflitos não resolvidos. São situações bastante presentes que, ao meu ver, podem levar a uma predisposição", afirma Elisa Maria Perina, presidenta da Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia. Ela frisa, no entanto, que o estresse e a instabilidade emocional agiriam junto a outros fatores de risco, como o tabagismo, o alcoolismo, as drogas e o sedentarismo, sem contar questões genéticas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Muitas equipes que tratam o câncer já incrementam sua abordagem terapêutica com estratégias para ajudar seus pacientes a controlar esse fator tão suspeito. Além das terapias tradicionais, aos pouco entraram no receituário massagens, ioga, tai chi chuan, meditação e técnicas de visualização. "Essas terapias reduzem o estresse e melhoram principalmente a qualidade de vida desses doentes. Se elas têm eficácia antitumoral ainda não está comprovado", diz Nise Yamagushi. E aqui vale um lembrete: por mais contraditório que pareça, a preocupação excessiva em manter-se calmo para prevenir ou vencer a doença pode trazer um resultado oposto ao esperado, ou seja, é bem capaz que você acabe estressado. Então, é bom relaxar também quanto a isso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;MOVIDO PELA TENSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saiba como o estresse pode fazer o tumor crescer e de que maneira uma substância interrompe essa evolução&lt;br /&gt;&lt;span class="fotocentro"&gt;IMAGEMTXT&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="pag3" style="visibility: hidden; position: absolute; top: -2000px;"&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;DEFESA DORMINHOCA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nenhum invasor escapa do sistema imunológico. Bem que gostaríamos que esse enunciado fosse verdadeiro. Mas o batalhão encarregado de proteger o corpo às vezes é ludibriado. O pesquisador James Allison, do Instituto Sloan-Kettering, nos Estados Unidos, descobriu que certas células doentes conseguem distrair nossa tropa de defesa. Além disso, o próprio tumor excreta moléculas que recrutam as células do sistema imunológico para ajudá-lo a invadir outros órgãos. Os detalhes sobre esse mecanismo estão sendo pesquisados. E a chave para resolver tudo isso pode estar na molécula CTLA-4. Os pesquisadores já descobriram uma maneira de bloquear a CTLA-4 e estão testando métodos para associá-la a outros tratamentos contra a doença (veja quadro abaixo).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;NOVAS CHANCES &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Falha no sistema imunológico pode abrir um novo caminho para tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="fotocentro"&gt;IMAGEMTXT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A molécula CTLA-4 é uma das encarregadas de proteger nosso corpo, mas às vezes ela abaixa a guarda contra o câncer. Com injeções de anticorpos os pesquisadores conseguiram bloquear a CTLA-4. O sistema imunológico, então, se deu conta do erro e atacou o tumor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;DE OLHOS FECHADOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Deixe a mente livre e imagine belas paisagens, cenários apaziguadores e seu corpo sendo curado. É mais ou menos assim que funciona o método de visualização, que ensina pacientes com câncer a usar a imaginação para tratar a doença e reduzir seus sintomas. A técnica foi desenvolvida nos Estados Unidos, nos anos 1960, pelo oncologista Carl Simonton. Mais conhecida como Método Simonton, faz sucesso entre muitos pacientes e hoje costuma ser associada a outras terapias complementares, como a meditação. "A idéia é que o doente consiga influenciar diretamente no mal, embora não exista comprovação científica de que realmente funciona", diz a psiquiatra Célia Lídia da Costa, do Hospital do Câncer de São Paulo.&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="autor"&gt;infográficos - Sandro Falsetti&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="quantpage" style="visibility: hidden;"&gt;3&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;/span&gt;     &lt;span class="foto"&gt;&lt;img src="http://saude.abril.com.br/edicoes/0277/imagens/0277_med_mat01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="flash"&gt;0277_med_mat01_02.swf|390|476&lt;/span&gt;&lt;span class="foto"&gt;&lt;img src="http://saude.abril.com.br/edicoes/0277/imagens/0277_med_mat01_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;!-- /body --&gt;         &lt;div id="prapag"&gt;&lt;div class="marcador"&gt;Página 1 de 3&lt;/div&gt;É um sobe-e-desce perigoso. Quando o estresse aumenta a imunidade vai lá para baixo e elevam-se os riscos de o corpo adoecer. Dessa gangorra surgem gripes, dores de cabeça, mal-estar... Até aí nenhuma novidade. Mas nos Estados Unidos os especialistas do M.D. Anderson, centro de pesquisa sobre câncer ligado à Universidade do Texas — um dos maiores pólos mundiais de investigação dessa doença —, notaram que o estresse desencadeia outro arriscado efeito dominó capaz de acelerar o desenvolvimento de células malignas no organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para chegar a essa conclusão a equipe comandada pelo oncologista Anil Sood injetou células cancerosas em camundongos. Eles então observaram como a doença evoluía entre as cobaias estressadas e aquelas poupadas de situações de tensão. No grupo de roedores submetidos a várias horas de confinamento por dia — experiência que os deixava nervosos pra valer — os tumores cresceram de duas a três vezes mais rápido em comparação com os que viviam em clima de relax. O câncer ainda se espalhou pelo fígado e pelo baço nos animais estressados. Nos camundongos da turma do sossego a doença não só avançou lentamente como deixou de invadir outros órgãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fotodir" style="float: right;"&gt;IMAGEMTXT&lt;/span&gt;Olhando os tumores de perto, os oncologistas perceberam o que estava acontecendo. "Quando o estresse chega a níveis crônicos, aumenta a quantidade de hormônios adrenérgicos, da família da adrenalina", explica Anil Sood em entrevista à &lt;em&gt;SAÚDE&lt;/em&gt;!. "Descobrimos que essas substâncias se unem a receptores nas células do tumor, acelerando o surgimento dos vasos sangüíneos que o alimentam para crescer." A descoberta acaba de ser publicada na conceituada revista inglesa &lt;em&gt;Nature Medicine&lt;/em&gt; e reacende o debate: será que o estresse pode mesmo causar o câncer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já se imaginava que a tensão constante pudesse prejudicar a resposta imunológica", comenta a médica Nise Yamagushi, presidente da Sociedade Paulista de Oncologia. "Mas o fato de ela agir na célula tumoral é um dado novo." Para o oncologista Daniel Luiz Gimenez, do Hospital do Câncer de São Paulo, a pesquisa do M.D. Anderson é um passo importante para estabelecer os elos químicos entre mente e corpo. "Mas é bom lembrar que nem sempre o que acontece em animais pode ser reproduzido em humanos", pondera.  &lt;p&gt;O próprio Amil Sood, coordenador do estudo, lembra que ele e seu time não descobriram que estresse causa câncer, mas que é capaz de agravar a doença. Sua investigação revelou outro dado importante: quando os animais estressados foram tratados com propalonol, um medicamento indicado para a hipertensão porque diminui a contração dos vasos provocadas pelos hormônios do estresse, os tumores pararam de crescer e proliferar. "Se uma droga como essa é capaz de bloquear o efeito do estresse no tumor e interromper sua evolução, ela poderá se tornar muito útil no futuro", diz Sood.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-4076175668166667019?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/4076175668166667019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/duas-novidades-sobre-o-cancer-nova.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/4076175668166667019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/4076175668166667019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/duas-novidades-sobre-o-cancer-nova.html' title='Duas Novidades Sobre o Cancêr - A nova pista está no sangue'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-2612980593172263851</id><published>2010-05-07T16:12:00.000-07:00</published><updated>2010-05-07T16:45:39.517-07:00</updated><title type='text'>Tribuna do Sol - Com dedicação mil !!! Na divulgação da Lúpus no Estado do Piauí</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S-SfkV0cBLI/AAAAAAAAAC4/c1PG_BU8Da0/s1600/not_20100507091322.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 165px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S-SfkV0cBLI/AAAAAAAAAC4/c1PG_BU8Da0/s320/not_20100507091322.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468671294215816370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Dia Mundial do Lúpus com programação em Teresina&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="noticiaContent"&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Associação dos Amigos e Pacientes com Lúpus do Piauí (Amplu) promove, na segunda-feira (10), uma programação para marcar o Dia Mundial do Lúpus, com o objetivo de chamar à atenção sobre a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a vice-presidente da Amplu, Clene Ferreira Candido, o evento será realizado no Clube dos Diários, a partir das 09h00, e contará com palestras, debate e apresentação cultural. O evento será destinado ao público em geral e portadores da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Amplu teve início em 2005, a partir de estudos em torno da temática, gênero e psicossomática. Desde então, o grupo vem se reunindo mensalmente, na sede do Auditorio do Lineu Araujo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O objetivo da associação é oferecer apoio tanto aos pacientes como aos familiares, e também orientar os portadores da doença sobre o acesso à medicação adequada”, informou a vice-presidente da Amplu, Clene Ferreira Candido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doença - O lúpus eritematoso é uma doença crônica, não contagiosa e auto-imune, de causas desconhecidas, que atinge o sistema imunológico, principalmente o das mulheres. Uma pessoa com lúpus desenvolve anticorpos que reagem contra as suas células, podendo atingir a pele, articulações, rins e outros órgãos. O controle é através de medicamentos, que permitem pacientes que têm lúpus viverem quase que normalmente. Acomete mais as mulheres que homens, sendo a probabilidade de 9 mulheres&lt;br /&gt;para 1 homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento no dia 10 de maio marca o Dia Mundial do Lúpus que contará com palestras, verificação de pressão arterial e também terá a participação do Instituto Embelleze com profissionais realizando um dia de beleza com cortes de cabelo e maquiagem gratuitamente.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div class="barra_icon"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;h2 style="text-align: center;" class="bg_cid"&gt;MAIORES DETALHES NO SITE TRIBUNA DO SOL:&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;http://www.tribunadosol.com.br/coluna.asp?id=62939&amp;amp;s=6&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-2612980593172263851?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/2612980593172263851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/tribuna-do-sol-com-dedicacao-mil-na.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2612980593172263851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2612980593172263851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/tribuna-do-sol-com-dedicacao-mil-na.html' title='Tribuna do Sol - Com dedicação mil !!! Na divulgação da Lúpus no Estado do Piauí'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S-SfkV0cBLI/AAAAAAAAAC4/c1PG_BU8Da0/s72-c/not_20100507091322.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-3392097441720117528</id><published>2010-05-07T15:55:00.001-07:00</published><updated>2010-05-07T15:55:55.056-07:00</updated><title type='text'>Dia Mundial do Lúpus</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S-SadZIwmfI/AAAAAAAAACw/PS-emM5iQXA/s1600/Cartaz-Amplu-JPG.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 222px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S-SadZIwmfI/AAAAAAAAACw/PS-emM5iQXA/s320/Cartaz-Amplu-JPG.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468665677289134578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-3392097441720117528?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/3392097441720117528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/dia-mundial-do-lupus_07.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/3392097441720117528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/3392097441720117528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/05/dia-mundial-do-lupus_07.html' title='Dia Mundial do Lúpus'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S-SadZIwmfI/AAAAAAAAACw/PS-emM5iQXA/s72-c/Cartaz-Amplu-JPG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-1604271179707849264</id><published>2010-04-20T16:11:00.000-07:00</published><updated>2010-04-20T16:13:01.810-07:00</updated><title type='text'>Foto da Semente de Sucupira</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S8407TLw44I/AAAAAAAAACI/syEuHVIC26c/s1600/semente+sucupira.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 217px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S8407TLw44I/AAAAAAAAACI/syEuHVIC26c/s320/semente+sucupira.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462361591413531522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-1604271179707849264?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/1604271179707849264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/04/foto-da-semente-de-sucupira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1604271179707849264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1604271179707849264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/04/foto-da-semente-de-sucupira.html' title='Foto da Semente de Sucupira'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S8407TLw44I/AAAAAAAAACI/syEuHVIC26c/s72-c/semente+sucupira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-1749094972590531817</id><published>2010-04-20T16:03:00.000-07:00</published><updated>2010-04-20T16:05:34.135-07:00</updated><title type='text'>Sementes de Sucupira,uma planta típica do Cerrado , podem ser usadas no tratamento do câncer de próstata</title><content type='html'>&lt;p&gt; O tronco retorcido finca raízes profundas no solo do Cerrado.A  Sucupira espalha as sementes pelo interior do Brasil, mas dá mais do que  flor e sombra. É de uso comum. Nos rincões do país ,a semente da  Sucupira é um santo remédio.&lt;br /&gt;Entrevista com Mary Ann Folglio-  pesquisadora da Unicamp:&lt;br /&gt;"A Sucupira tem o uso popular. Um aluno  nosso quis comprovar se o uso popular realmente funcionava. Foi aí que  começamos a estudar a sucupira para inflamação e também encontramos  vários relatos para dor."&lt;br /&gt; Os pesquisadores fazem questão de desfazer o  mito de que tudo o que é natural não faz mal. Pode fazer sim.  Substâncias produzidas pelas plantas podem ser tóxicas. O organismo  humano encontra dificuldades em digerí-las ou absorvê-las. No caso da  Sucupira o que a população já sabia, a ciência confirmou.&lt;br /&gt; Ao longo de  11 anos cientistas estudam o poder medicinal da Sucupira nos  laboratórios do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas,  Biológicas e agrícolas da Universidade de Campinas, o CPQBA.&lt;br /&gt;Entrevista  com Mary Ann Folglio- pesquisadora da Unicamp:&lt;br /&gt;"Atualmente já  conseguimos comprovar que as sementes da sucupira tem substâncias  envolvidas com o processo da inibição da dor e da inflamação e de câncer  com uma seletividade para o cancer de próstata.&lt;br /&gt;Aproveitamos os  modelos que temos no CPQBA que são modelos in vitro de linhagens de  células tumorais humanas e avaliamos essas células tumorais. Observamos  que essas substâncias e os extratos da sucupira eram capazes de inibir o  crescimento dessas células que foram tiradas de células de tumores  humanos.&lt;br /&gt; Os pesquisadores coordenados pela doutora Mary Ann Foglio  querem agora descobrir se a substância da sucupira pode ser colocada em  cápsulas, comprimidos ou injeções sem perder o efeito. Para que a planta  se torne um medicamento muitas análises ainda precisam ser feitas.        Mas  os cientistas já reconhecem: encontraram uma riqueza que brota no solo  do cerrado- um bioma rico em plantas medicinais, mas muito ameaçado.&lt;br /&gt;Entrevista  com Mary Ann Folglio- pesquisadora da Unicamp:&lt;br /&gt;"Quanto mais árida,  mais adversas as situações que alguém é sujeito mais você tem que agir  para sobreviver. É isso que acontece com as plantas do cerrado. Elas  estão em um lugar árido, sem muitos nutrientes e a planta precisa  sobreviver. O que ela faz? Ela produz essas substâncias como uma  resposta para a sobrevida dela. Igual aos humanos: quanto mais  adversidades colocare mais se vai lutar para sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;          &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-1749094972590531817?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/1749094972590531817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/04/sementes-de-sucupirauma-planta-tipica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1749094972590531817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1749094972590531817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/04/sementes-de-sucupirauma-planta-tipica.html' title='Sementes de Sucupira,uma planta típica do Cerrado , podem ser usadas no tratamento do câncer de próstata'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-7842864095076504292</id><published>2010-04-20T16:02:00.003-07:00</published><updated>2010-04-20T16:03:43.280-07:00</updated><title type='text'>Foto da Aveloz</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S84yv9DKgAI/AAAAAAAAACA/fDRZC7N4-Bo/s1600/clip_image002.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S84yv9DKgAI/AAAAAAAAACA/fDRZC7N4-Bo/s320/clip_image002.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462359197470064642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-7842864095076504292?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/7842864095076504292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/04/foto-da-aveloz.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/7842864095076504292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/7842864095076504292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/04/foto-da-aveloz.html' title='Foto da Aveloz'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S84yv9DKgAI/AAAAAAAAACA/fDRZC7N4-Bo/s72-c/clip_image002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-5466601151180736706</id><published>2010-04-20T15:52:00.001-07:00</published><updated>2010-04-20T15:52:58.863-07:00</updated><title type='text'>A Avelóz, árvore encontrada no nordeste brasileiro, poderá virar remédio no combate ao câncer de mama</title><content type='html'>&lt;p&gt; Em vez de folhas, ramos que se entrelaçam e inspiram vários nomes  populares:árvore lápis,pau pelado,dedinho,labirinto. Mas, Avelóz é o  mais conhecido.A espécie teve origem na África e se deu bem em várias  regiões de clima tropical.A aveloz é uma árvore de porte médio que se  adaptou muito bem ao clima do nordeste, em São Paulo é mais difícil de  ser vista. Mas, a ação terapêutica da planta é uma velha conhecida da  cultura popular.Dos ramos sai uma seiva branca , uma espécie de látex ,  que pode até queimar a pele.É muito tóxico, mas é à partir desta seiva  que começa uma história, que se der certo, vai terminar nas prateleiras  das farmácias.O látex da planta é usado há muito tempo pela medicina  popular para tratar alguns tipos de câncer. Entrevista com Luiz  Francisco Pianowski farmacêutico:&lt;br /&gt;"De todos os produtos que eu  trabalhei, que já estão no mercado e que eram derivados de plantas,  todos eles vieram de conhecimento popular."&lt;br /&gt;Luiz Francisco Pianowsky  dirige este laboratório de pesquisa e desenvovimento farmacéutico que já  colocou no mercado cerca de treze medicamentos derivados de  plantas.Agora é a aveloz que ocupa as bancadas do laboratório. O  primeiro composto desenvolvido a partir da Avelóz foi batizado de am 10.  Nos testes feitos em laboratório ele revelou ação analgésica  ,antiinflamatória e também agiu diretamente em células com câncer.&lt;br /&gt;Entrevista  com Luiz Francisco Pianowski farmacêutico:&lt;br /&gt;"Nós fizemos testes  mostrando a ação citotóxica ,ou seja, destróem as celulas cancerígenas,  linhagens então de mama, leucemia prostata e pulmão.Mas precisamos de  uma avaliação científica com humanos"&lt;br /&gt;O estudo com pacientes começou  em 2008 sob a supervisão do médico Auro Del Giglio, coordenador do  programa de oncologia do hospital Albert Einstein, na zona sul de São  Paulo.&lt;br /&gt;Entrevista com Dr.Auro Del Giglio-oncologista Hospital Albert  Einstein:&lt;br /&gt;"Esse estudo envolveu seis pacientes, nós tivemos só uma  estabilização, cinco pacientes não responderam.Mas,no primeiro nível da  droga, no nível que utilizamos, nós já conseguimos ver algumas  toxicidades desta droga de tal modo que paramos o aumento das doses que  estava previsto.Nós acreditamos através de dados pré clínicos que essa  droga estimule a morte celular programada das células tumorais."&lt;br /&gt;O  médico informou que a chamada fase dois do estudo ainda não começou .&lt;br /&gt;Entrevista  com Luiz Francisco Pianowski farmacêutico:&lt;br /&gt;"Este é um momento muito  importante para a ciência brasileira, porque há uma grande expectativa  que na biodiversidade que nós temos,muitas drogas novas possam surgir,  muitos pacientes possam se beneficiar, só que esse processo tem que  acontecer dentro de parâmetros científicos bem determinados. Então,eu  recomendo cautela, aguardar, paciência, porque a ciência evolui desta  forma."&lt;br /&gt;      &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-5466601151180736706?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/5466601151180736706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/04/aveloz-arvore-encontrada-no-nordeste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/5466601151180736706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/5466601151180736706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/04/aveloz-arvore-encontrada-no-nordeste.html' title='A Avelóz, árvore encontrada no nordeste brasileiro, poderá virar remédio no combate ao câncer de mama'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-2642371644905152345</id><published>2010-03-30T15:06:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T15:06:46.641-07:00</updated><title type='text'>Divulgando Desaparecidos.Org - Vamos Ajudar</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="display:block; text-align:center;"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feat=flashalbum&amp;amp;RGB=0x000000&amp;amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fnicholasgimenes%2Falbumid%2F5404148771871879745%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="168" height="172"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;span style="display: block;"&gt;&lt;a href="http://nicholasgimenes.com.br/2007/10/projeto-pessoas-desaparecidas.html"&gt;DESAPARECIDOS:&lt;br /&gt;Coloque no seu Blog!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.divulgandodesaparecidos.org/" style="font-weight: bold;"&gt;DivulgandoDesaparecidos.org&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-2642371644905152345?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/2642371644905152345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/divulgando-desaparecidosorg-vamos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2642371644905152345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2642371644905152345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/divulgando-desaparecidosorg-vamos.html' title='Divulgando Desaparecidos.Org - Vamos Ajudar'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-8634157982813561062</id><published>2010-03-24T12:34:00.001-07:00</published><updated>2010-03-24T12:40:00.370-07:00</updated><title type='text'>Lúpus e as Doenças Renais</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;   Nefrite Lúpica (ou glomerulonefrite lúpica) é o termo médico  para a doença dos rins que ocorre no lúpus eritematoso sistêmico (LES).  Estima-se que cerca de um terço dos pacientes com lúpus venha a  desenvolver nefrite, o que requer uma avaliação médica e o respectivo  tratamento. A nefrite lúpica é um sintoma importante e potencialmente  grave no lúpus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;                                             Curso  Clínico da Nefrite Lúpica&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;  Existem  poucos sinais ou sintomas da nefrite lúpica. Ela não causa dor no  abdômen ou nas costas, e nem dor ou ardor na hora de urinar. Na nefrite  lúpica, a perda de proteína na urina pode levar à retenção de fluidos  com ganho de peso e inchaço (edema). Isto pode resultar em inchaços nas  pernas, tornozelos e/ou dedos. Esse inchaço é freqüentemente o primeiro  sintoma da nefrite lúpica notado pelo paciente.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;  O curso  clínico da nefrite lúpica é altamente variável. Normalmente a nefrite  lúpica é evidente apenas através da análise da urina. Em muitos  pacientes, as anormalidades urinárias são muito poucas e podem estar  presentes em um exame e ausentes em outro logo a seguir. Este tipo de  nefrite lúpica é muito comum e, geralmente, não requer uma avaliação  médica ou tratamento especiais. Contudo, em alguns pacientes, as  anormalidades na urina persistem e podem piorar após algum tempo.  Pacientes com esse tipo de lúpus correm o risco de falência renal. Podem  ser precisos exames adicionais para avaliar a extensão da doença e para  determinar a melhor forma de tratamento.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;  É  importante reconhecer que nem todos os problemas nos rins de pacientes  com lúpus são devidos à nefrite lúpica. Por exemplo, infecções no trato  urinário com sensação de ardor ao urinar são muitos comuns nos pacientes  com lúpus e requerem um tratamento à base de antibióticos. Da mesma  forma, medicamentos usados no tratamento do lúpus podem produzir sinais e  sintomas de problemas nos rins que podem ser confundidos com a nefrite  lúpica. Compostos de salicilatos, como a aspirina, ou drogas  antiinflamatórias não esteroidais são os medicamentos mais comuns usados  por lúpicos que podem causar problemas aos rins. Essas drogas podem  causar diminuição da função renal ou retenção de fluidos. Esses  problemas normalmente desaparecem quando a medicação é descontinuada.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;                                       Exames  Para Avaliar a Nefrite Lúpica&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Existem  vários tipos de exames para avaliar o envolvimento dos rins de um  paciente com lúpus.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Urinálise&lt;/b&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;O exame de  urina é, de longe, o mais simples e mais comum método para avaliar a  nefrite lúpica. Nesse exame, uma amostra da urina é analisada para  verificar a presença de proteínas e células sangüíneas que não seriam  encontradas numa amostra comum. As proteínas ou células sangüíneas podem  se formar dentro dos túbulos dos rins, sendo excretadas na urina como  "casts". "Casts" são identificados ao examinar a urina em um  microscópio. A presença de proteína (proteinúria), hemácias (hematúria),  leucócitos (leucocitúria) ou "casts" na urina, sugere a possibilidade  da nefrite lúpica e geralmente indicam a necessidade de maiores exames.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;                           Exames  Sangüíneos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;A  principal função dos rins é livrar o corpo de dejetos e do excesso de  fluidos. Exames de sangue podem ser feitos para medir se os rins estão  desempenhando esta função adequadamente. Uréia e Creatinina são dois  exames usados para determinar se os dejetos estão sendo adequadamente  removidos pelo rins e não estão se acumulando no sangue. A perda de  proteína na urina diminui seus níveis no sangue, sendo tipicamente  medida pela albumina. Desequilíbrios de sal e água no sangue são  detectadas por exames químicos como os de sódio, potássio e bicarbonato.   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Os exames  de sangue também podem ser feitos para detectar anormalidades do sistema  imunológico que são normalmente observados em pacientes com nefrite  lúpica. Medir os níveis de Complementos (C3, C4) e anti-DNA no sangue,  são exames comumente usados por muitos médicos para monitorar a nefrite  lúpica.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Urina  24 horas&lt;/b&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Os exames  feitos na urina coletada num período de 24 horas são significativos para  determinar o envolvimento renal no paciente com lúpus. Esses exames  medem a habilidade dos rins de filtrar dejetos (Clearance de  Creatinina), e a quantidade exata de proteína perdida na urina no  período de 24 horas.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Exames  de Raio-X&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;O tamanho e  formato dos rins pode ser determinado por uma pielografia. Esses exames  são normalmente feitos antes de uma biópsia renal para ajudar o médico a  realizar esse procedimento.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Biópsia  Renal&lt;/b&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Uma  biópsia renal pode ser realizada em pacientes com evidência de nefrite  lúpica demonstrada pelos exames de sangue e urina. A biópsia é realizada  para confirmar o diagnóstico e para determinar a extensão e a gravidade  do problema renal. Essa biópsia requer internação do paciente.  Normalmente é feita com a introdução de uma agulha através da pele nas  costas do paciente para a retirada de um pequeno pedaço do rim. Em  ocasiões muito raras, a biópsia precisa ser realizada cirurgicamente em  uma sala de operações.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;A amostra  do rim obtida na biópsia é examinada em um microscópio para determinar  quanta inflamação e/ou danos permanentes estão presentes nos rins. Esses  resultados são usados para classificar o tipo de nefrite lúpica. Os  quatro tipos mais comuns são: nefrite mesangial, nefrite proliferativa  focal e segmentar, nefrite proliferativa difusa e nefrite membranosa.  Conhecer o tipo de nefrite lúpica é importante para determinar a melhor  forma de tratamento.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Tratamento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;A terapia  da nefrite lúpica deve ser individualizada, de acordo com as  necessidades do paciente específico. Fatores como a quantidade de edema  (inchaço), anormalidades urinárias, quantidade de proteína na urina,  redução da função renal, além dos resultados da biópsia, devem ser  levados em consideração na hora de decidir pelo tratamento. Princípios  gerais de controle médico dos rins são extremamente importantes na  nefrite lúpica. Isso inclui o uso de agentes diuréticos que ajudam a  eliminar o excesso de fluidos, drogas contra a hipertensão para  controlar a pressão sangüínea, e mudanças na dieta para controlar a  ingestão de sal, proteínas e calorias.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;As duas  mais importantes formas de terapia usadas no tratamento específico da  nefrite lúpica são corticóides para controlar a inflamação nos rins, e  drogas imunossupressivas para diminuir a atividade do sistema  imunológico.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Os  corticóides, como Prednisona, Prednisolona ou Metilprednisolona  (Medrol), são usados com freqüência para tratar da nefrite lúpica.  Embora os corticóides tenham sido usados por quase quatro décadas no  tratamento da nefrite lúpica, ainda existem muitas questões sem  resposta, do tipo: como eles atuam e como podem ser usados de forma mais  efetiva. No geral, altas doses de corticóides, tomadas por via oral ou  intravenosa, são ministradas até que uma melhora seja verificada. A dose  de corticóides é então lentamente diminuída até que uma cuidadosa  observação médica determine que a nefrite não piore.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Altas  doses de corticóides, ou mesmo quando ministrados por um longo período,  podem causar uma série de efeitos colaterais. Eles incluem um aumento de  apetite e retenção de fluido com conseqüente ganho de peso, inchaço na  face, suscetibilidade a ferimentos, alterações de humor, além do aumento  no risco de infecções e diabetes. Alguns desses efeitos colaterais  podem ser minimizados pela mudança na dieta, como redução da quantidade  de calorias seguida de uma dieta com baixo teor de sal.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Drogas  citotóxicas ou imunossupressivas como a azathioprine (Imuran) ou  ciclofosfamida (Cytoxan) são normalmente usadas em pacientes que não  respondem ao uso de corticóides. Essas drogas bloqueiam as funções do  sistema imunológico para prevenir maiores danos aos rins. Existe uma  clara evidência em pesquisas de que essas drogas sejam benéficas para  pacientes com grave nefrite lúpica. Contudo, o uso dessas drogas é  controverso, principalmente devido às sérias complicações associadas ao  seu uso.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Surgem  várias terapias experimentais para a nefrite lúpica, sendo temas de  intensa investigação. Essas terapias incluem o uso de novas drogas  imunossupressoras como a cyclosporine, a remoção de anticorpos  associados à nefrite lúpica através da plasmaferese seletiva, e a  administração de agentes biológicos que suprimem o sistema imunológico.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Insuficiência  Renal&lt;/b&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Apesar do  tratamento apropriado, alguns pacientes com nefrite lúpica desenvolvem  uma progressiva perda da função dos rins com conseqüente insuficiência  renal. Isso requer o suporte da função renal através do uso de diálise  artificial, que pode ser feito através da hemodiálise, na qual o sangue  passa em uma máquina de diálise para ser filtrado, ou através de um  processo chamado diálise peritoneal, no qual o fluido é introduzido na  cavidade abdominal e subseqüentemente removido. Finalmente, o  transplante de rins tem obtido muito sucesso em pacientes com  insuficiência renal causada pela nefrite lúpica, eliminando a  necessidade da diálise artificial.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica;font-size:85%;"&gt;Nas  últimas décadas têm havido muitos avanços na compreensão do que causa a  nefrite lúpica e, principalmente, avanços nos métodos de tratamento dos  pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lupus Brasil&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                      &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                    &lt;span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;p class="ks-question-answer-container1" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 175%; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;IMPORTANTE &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"&gt; &lt;ul type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt; Procure o seu médico  para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;As informações  disponíveis no blog possuem apenas caráter  educativo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-8634157982813561062?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/8634157982813561062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/lupus-e-as-doencas-renais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/8634157982813561062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/8634157982813561062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/lupus-e-as-doencas-renais.html' title='Lúpus e as Doenças Renais'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-5634409176946487751</id><published>2010-03-24T12:22:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:28:08.339-07:00</updated><title type='text'>As Mais Recentes Drogas e Terapias Contra o Lúpus</title><content type='html'>1) Prasterone (Prestara), uma forma sintética do hormônio DHEA&lt;br /&gt;Desenvolvido pela Genelabs Technologies, está na fase III do teste clínico para determinar se é benéfico para osteoporose induzida por corticóides em mulheres lúpicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) LJP394 (Riquent), bloqueador do anti-DNA&lt;br /&gt;La Jolla Pharmaceutical Company espera desenvolver um tratamento que bloqueie a produção de anticorpos DNA sem minimizar o sistema imunológico ou causar efeitos adversos, o que poderia prevenir crises de nefrite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) BLyS, supressão de linfócitos B&lt;br /&gt;O estimulador do linfócito B (BLyS) assegura a sobrevivência do linfócito B, a célula branca do sangue que produz anticorpos. O propósito desta pesquisa, que está na fase II, é suprimir o processo BLyS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Rituximab (Rituxan), que elimina os linfócitos B&lt;br /&gt;Desenvolvido pela Genentech/IDEC, Rituximab é uma droga que mata os linfócitos B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) CD154, contra os linfócitos T&lt;br /&gt;A atividade em lúpicos e doentes renais apresentaram melhoras com esta terapia que ataca células T ativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) LJP1082, para a síndrome antifosfolipídica&lt;br /&gt;A droga foi desenvolvida pela La Jolla Pharmaceutical Company para minimizar a ação das células B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Bromocriptina (Parlodel), que suprime a prolactina&lt;br /&gt;Estudos têm mostrado que a prolactina está ligada a atividade lúpica. Produzida pela Novartis, Parlodel suprime o sistema imunológico hiperativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) CellCept, no acometimento renal&lt;br /&gt;Indicação comum para evitar a rejeição de transplantes, o CellCept, produzido pela Roche, tem sido usado para controlar uma série de doenças reumáticas e nefrite lúpica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Ciclosporina (Sandimmune e Neoral), na atividade lúpica&lt;br /&gt;É uma droga imunossupressora usada para minimizar a atividade lúpica, permitindo a redução do uso de corticóides. Sandimmune e Neoral são produzidos pela Novertis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Eculizumab, como agente antiinflamatório&lt;br /&gt;É um inibidor do complemento C5 desenvolvido pela Alexion Pharmaceuticals para doenças crônicas, incluindo o lupus, quando uma atividade antiinflamatória longa é desejada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) Leflunomida (Arava), como agente antireumático&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A droga, produzida pela Aventis, interrompe a produção de células do sistema imunológico responsável pelo inchaço, inflamação, rigidez e dor da artrite reumatóide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) Talidomida, Tacrolimo (Protopic) e Pimecrolimo (Elidel), para lesões cutâneas&lt;br /&gt;Essas drogas têm sido usadas no tratamento cutâneo, permitindo a redução da dosagem de corticóides. A Talidomida é fabricada pela Celgene, Protopic pela Fujisawa e Elidel pela Novartis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: LFA, Lupus Now Summer 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-5634409176946487751?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/5634409176946487751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/as-mais-recentes-drogas-e-terapias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/5634409176946487751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/5634409176946487751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/as-mais-recentes-drogas-e-terapias.html' title='As Mais Recentes Drogas e Terapias Contra o Lúpus'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-2685817566523430686</id><published>2010-03-24T12:19:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:20:58.012-07:00</updated><title type='text'>Tratamentos Alternativos</title><content type='html'>- Acupuntura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Acupressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Shiatsu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Fitoterapia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Terapia Floral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Psicanalise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Grupos De apoio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-2685817566523430686?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/2685817566523430686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/tratamentos-alternativos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2685817566523430686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2685817566523430686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/tratamentos-alternativos.html' title='Tratamentos Alternativos'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-1821646538832036243</id><published>2010-03-24T12:15:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:16:52.872-07:00</updated><title type='text'>Medicamentos</title><content type='html'>Não existem programas de tratamento iguais para todos os pacientes. Considera-se o grau de evolução da doença bem como as queixas de cada paciente. Muitas vezes são utilizados vários remédios ao mesmo tempo para controlar os sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Corticosteróides&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Antiinflamatórios não-esteróides&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Antimaláricos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Imunossupressores&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-1821646538832036243?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/1821646538832036243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/medicamentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1821646538832036243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1821646538832036243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/medicamentos.html' title='Medicamentos'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-2421595005522180014</id><published>2010-03-24T12:11:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:15:19.766-07:00</updated><title type='text'>Tratamentos</title><content type='html'>Em qualquer tratamento de uma doença, individualizado e prolongado, é preciso desenvolver um ambiente de confiança e honestidade entre o médico e o paciente, a partir de um diálogo franco e aberto. É preciso obter todas as informações sobre o Lúpus e os recursos da medicina atual para tratar e controlar suas manifestações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Não há um remédio para o Lúpus que funcione da mesma forma como um antibiótico funciona para acabar com uma infecção. O tratamento do LES engloba uma série de medidas, entre medicamentos e normas para que se viva bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Exitem uma series de medidas preventivas para se controlar e evitar os sintomas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-2421595005522180014?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/2421595005522180014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/tratamentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2421595005522180014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2421595005522180014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/tratamentos.html' title='Tratamentos'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-2034424975688549697</id><published>2010-03-24T12:09:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:11:24.861-07:00</updated><title type='text'>Os Resultados Mais Comum Pra Lúpus São :</title><content type='html'>- Nuclear homogêneo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Nuclear tipo membrana nuclear contínua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Nuclear pontilhado fino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Nuclear pontilhado grosso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-2034424975688549697?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/2034424975688549697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/os-resultados-mais-comum-pra-lupus-sao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2034424975688549697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2034424975688549697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/os-resultados-mais-comum-pra-lupus-sao.html' title='Os Resultados Mais Comum Pra Lúpus São :'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-1221135137028898886</id><published>2010-03-24T12:07:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:08:59.597-07:00</updated><title type='text'>O que é o FAN ?</title><content type='html'>O FAN (fator antinuclear) como o próprio nome diz, são anticorpos contra estruturas das nossas próprias células, principalmente contra o núcleo celular. Esses auto-anticorpos foram descobertos na década de 1940 em pacientes com Lúpus.&lt;br /&gt;    Com o passar do tempo, descobriu-se que o FAN é na verdade um conjunto de anticorpos, contra diferentes estruturas das células, podendo indicar várias doenças auto-imunes diferentes. Sabe-se também que 10% a 15% da população sadia pode ter FAN positivo em valores baixos sem que isso indique qualquer problema de saúde.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-1221135137028898886?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/1221135137028898886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/o-que-e-o-fan.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1221135137028898886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/1221135137028898886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/o-que-e-o-fan.html' title='O que é o FAN ?'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-8333821636438263739</id><published>2010-03-24T12:04:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:07:17.508-07:00</updated><title type='text'>Diagnostico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-4.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-5.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-6.png" alt="" /&gt;O diagnóstico correto é feito a partir do histórico do paciente associado ao exame clínico e exames laboratoriais. Algumas perguntas feitas ao paciente podem ajudar bastante no diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;1 - Você teve dor ou inflamação das juntas por mais de 3 meses?&lt;br /&gt;2 - Você teve feridinhas em sua boca ou nariz por mais de 2 semanas?&lt;br /&gt;3 - Os seus dedos mudam de cor, ficando pálidos ou roxos, quando o tempo está frio ou quando estão em contato com água fria?&lt;br /&gt;4 - Alguma lesão de pele, vermelha, surgiu no seu rosto, sobre o nariz e bochechas, por mais de um mês?&lt;br /&gt;5 - Durante algum exame de sangue alguém lhe disse que a contagem de células vermelhas, brancas ou plaquetas estava baixa?&lt;br /&gt;6 - Sua pele fica muito vermelha e irritada, principalmente no rosto, depois que você toma sol? É pior em comparação com outras pessoas?&lt;br /&gt;7 - Você sentiu dificuldade ou dor para respirar durante alguns dias?&lt;br /&gt;8 - Você tem perdido muito cabelo ultimamente? Mais do que o normal?&lt;br /&gt;9 - Você já teve alguma convulsão?&lt;br /&gt;10 - Alguma vez você fez exame de urina onde foi constatada muita proteína?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-8333821636438263739?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/8333821636438263739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/diagnostico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/8333821636438263739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/8333821636438263739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/diagnostico.html' title='Diagnostico'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-985496877486919346</id><published>2010-03-24T12:03:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:04:38.845-07:00</updated><title type='text'>Causas</title><content type='html'>Desconhecidas : Porem existem evidenciadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Imunidade&lt;br /&gt;- Genética&lt;br /&gt;- Hormônio&lt;br /&gt;- Stress&lt;br /&gt;- Luz Ultravioleta&lt;br /&gt;- Vírus&lt;br /&gt;- Substancias Químicas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-985496877486919346?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/985496877486919346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/causas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/985496877486919346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/985496877486919346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/causas.html' title='Causas'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-5350541207157724790</id><published>2010-03-24T11:53:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T12:03:16.972-07:00</updated><title type='text'>Regiões Afetadas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S6phWH60t5I/AAAAAAAAABM/p5GrXMCk_Wk/s1600/blog.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 209px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S6phWH60t5I/AAAAAAAAABM/p5GrXMCk_Wk/s320/blog.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452277331596195730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-2.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-3.png" alt="" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-5350541207157724790?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/5350541207157724790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/regioes-afetadas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/5350541207157724790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/5350541207157724790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/regioes-afetadas.html' title='Regiões Afetadas'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S6phWH60t5I/AAAAAAAAABM/p5GrXMCk_Wk/s72-c/blog.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-6291210550075195014</id><published>2010-03-07T14:30:00.000-08:00</published><updated>2010-03-07T14:35:37.948-08:00</updated><title type='text'>Sintomologia</title><content type='html'>Os sintomas são muito difusos e característicos de varias outras doenças ! O que dificulta o diagnostico clinico da doença !&lt;br /&gt;- Febre     80%     Elevação anormal da temperatura do corpo&lt;br /&gt;- Fotossensibilidade     40%     Sensibilidade às radiações luminosas (raios UV)&lt;br /&gt;- Hematúria     40%     Emissão de urina que contém sangue em grau variável&lt;br /&gt;- Leucopenia     50%     -- resultado de exame&lt;br /&gt;- Mialgia     50%     Dores musculares&lt;br /&gt;- Miocardite     5 - 10%     Inflamação do miocárdio&lt;br /&gt;- Miosite     25 - 30%     Inflamação dos músculos&lt;br /&gt;- Necrose Avascular     5 - 10%     Falência dos ossos -- normalmente observada em conjunto com o tratamento à base de esteróides&lt;br /&gt;- Neuropatia periférica     5 - 20%     Disfunção nos nervos periféricos, resultando em: sensação de queimação, perda de tato etc.&lt;br /&gt;- Pericardite     20 - 25%     Inflamação do pericárdio&lt;br /&gt;- Pleurisia/Pleurite     50%     Inflamação da pleura, membrana que envolve os pulmões&lt;br /&gt;- Pneumonite     10%     Inflamação pulmonar&lt;br /&gt;- Proteinúria     50 - 70%     -- resultado de exame (proteína na urina)&lt;br /&gt;- Trombocitopenia     15 - 25%     -- resultado de exame (baixa contagem de plaquetas)&lt;br /&gt;- Alopecia     40 - 60%     Queda de cabelo&lt;br /&gt;- Anemia     60 - 80%     Baixos níveis de hemoglobina no sangue.&lt;br /&gt;- Anemia Hemolítica Autoimune     10%     Anemia causada pela destruição de céulas vermelhas&lt;br /&gt;- Anorexia, Náuseas, Vômitos     50%     Auto explicativo&lt;br /&gt;- Anticorpos Sm     30 - 50%     -- resultado de exame (proteína na urina)&lt;br /&gt;- Artralgia     95%     Dores nas juntas&lt;br /&gt;- Artrite     80 - 90%     Inflamação nas juntas&lt;br /&gt;- Biópsia Renal Anormal     ~100%     Qualquer anormalidade -- da simples à mais grave -- observada em uma biópsia renal&lt;br /&gt;- Células LE     60 - 90%     -- resultado de exame&lt;br /&gt;- Conjuntivite ou Episclerite     15%     Inflamação da conjuntiva ou inflamação da esclerótica&lt;br /&gt;- Creatinina &gt; 1,5 mg/dl     30%     -- resultado de exame&lt;br /&gt;- Envolvimento Cardíaco     50 - 85%     Qualquer tipo de problema no coração, incluindo: pericardite, miocardite etc.&lt;br /&gt;- Envolvimento do Sistema Nervoso Central     35 - 75%     Qualquer envolvimento ou disfunção do SNC, incluindo: convulsões, psicoses, demência, coma etc.&lt;br /&gt;- Erupção no Malar (Butterfly Rash)     30 - 60%     Eritema sobre o nariz e bochechas&lt;br /&gt;- Exame ANA positivo     99%     -- resultado de exame&lt;br /&gt;- Exames Anti-Ro e Anti-La (SSA ou SSB) positivos     20 - 40%     -- resultado de exames&lt;br /&gt;- Fator Reumatóide positivo     20%     -- resultado de exame&lt;br /&gt;- Fadiga     80%     Perda de resistência, cansaço&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-6291210550075195014?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/6291210550075195014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/sintomologia_07.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/6291210550075195014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/6291210550075195014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/sintomologia_07.html' title='Sintomologia'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-2578335617182886803</id><published>2010-03-07T14:21:00.000-08:00</published><updated>2010-03-07T14:24:28.173-08:00</updated><title type='text'>Tecido Celular Amórfico em Paciente Lúpico</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S5QnXwiSOKI/AAAAAAAAABE/20piXhiQJ3E/s1600-h/lupus5.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S5QnXwiSOKI/AAAAAAAAABE/20piXhiQJ3E/s320/lupus5.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446021138516949154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-4.png" alt="" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-2578335617182886803?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/2578335617182886803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/tecido-celular-amorfico-em-paciente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2578335617182886803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2578335617182886803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/tecido-celular-amorfico-em-paciente.html' title='Tecido Celular Amórfico em Paciente Lúpico'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S5QnXwiSOKI/AAAAAAAAABE/20piXhiQJ3E/s72-c/lupus5.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-5145701855085742843</id><published>2010-03-07T14:20:00.001-08:00</published><updated>2010-03-07T14:20:15.445-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-5145701855085742843?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/5145701855085742843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/5145701855085742843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/5145701855085742843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/blog-post.html' title=''/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-2271334476872808895</id><published>2010-03-02T06:40:00.000-08:00</published><updated>2010-03-02T06:41:29.556-08:00</updated><title type='text'>Características Impactantes Celulares</title><content type='html'>São as mudanças celulares que ocorrem durante uma crise no quadro de L.E.S. Normalmente essas são observadas por uma biopsia dermacia de paciente suspeito de lúpus. Se caracteriza por diferenciações celulares amórficas com atrofias celulares.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-2271334476872808895?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/2271334476872808895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/caracteristicas-impactantes-celulares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2271334476872808895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/2271334476872808895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/caracteristicas-impactantes-celulares.html' title='Características Impactantes Celulares'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-7017458475827842893</id><published>2010-03-02T06:36:00.001-08:00</published><updated>2010-03-02T06:39:47.132-08:00</updated><title type='text'>Características  Impactantes  Corpóreas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S40i98Gt-hI/AAAAAAAAAA8/jzC-WNeC3cU/s1600-h/foto+les.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S40i98Gt-hI/AAAAAAAAAA8/jzC-WNeC3cU/s320/foto+les.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444045972062468626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-3.png" alt="" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-7017458475827842893?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/7017458475827842893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/caracteristicas-impactantes-corporeas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/7017458475827842893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/7017458475827842893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/caracteristicas-impactantes-corporeas.html' title='Características  Impactantes  Corpóreas'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S40i98Gt-hI/AAAAAAAAAA8/jzC-WNeC3cU/s72-c/foto+les.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-3260919515220565581</id><published>2010-03-02T06:07:00.000-08:00</published><updated>2010-03-02T06:09:31.016-08:00</updated><title type='text'>Imunocomplexos Antígeno Anticorpo</title><content type='html'>Uma pessoa lúpica apresenta uma formação variada de imunocomplexos antígeno anticorpo. Detre ele os mais importantes,para o diagnostico da doença, são os antigenos nucleares. Formam-se ,portanto, os seguintes anticopos  :&lt;br /&gt;Anti-DNA &lt;br /&gt;Anti-Sm&lt;br /&gt;Anti-RNP&lt;br /&gt;Anti-histona&lt;br /&gt;Anti-plaquetas&lt;br /&gt;Anti linfócitos&lt;br /&gt;Anti-endotélio&lt;br /&gt;Anti-heparina-sulfato&lt;br /&gt;Anti-colágeno tipo IV&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-3260919515220565581?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/3260919515220565581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/imunocomplexos-antigeno-anticorpo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/3260919515220565581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/3260919515220565581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/imunocomplexos-antigeno-anticorpo.html' title='Imunocomplexos Antígeno Anticorpo'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-6217841812740773492</id><published>2010-03-01T11:59:00.000-08:00</published><updated>2010-03-01T12:02:42.334-08:00</updated><title type='text'>Viva Bem com o Lúpus</title><content type='html'>Fique informado sobre a lúpus através do link:&lt;br /&gt;          http://lupus.realmsn.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-6217841812740773492?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/6217841812740773492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/viva-bem-com-o-lupus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/6217841812740773492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/6217841812740773492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/03/viva-bem-com-o-lupus.html' title='Viva Bem com o Lúpus'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7019409076168379418.post-3554055429538750561</id><published>2010-02-18T13:22:00.000-08:00</published><updated>2010-02-18T13:27:52.485-08:00</updated><title type='text'>AMIGOS LÚPICOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S32wrvpIJAI/AAAAAAAAAAM/W8JgdGBcbfc/s1600-h/lupus.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 182px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S32wrvpIJAI/AAAAAAAAAAM/W8JgdGBcbfc/s320/lupus.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439698190503257090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;O QUE É O LUPUS?&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;CONHEÇA AQUI!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:100%;color:#0099cc;"&gt;&lt;b&gt;Histórico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;        &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:100%;color:#000000;"&gt;Em        1851, o médico francês Pierre Lazenave observou pessoas que        apresentavam "feridinhas" na pele, como pequenas mordidas de lobo.        E em 1895, o médico canadense Sir William Osler caracterizou melhor        o envolvimento das várias partes do corpo e adicionou a palavra "sistêmico"        à descrição da doença.&lt;br /&gt;     &lt;b&gt;Lupus=lobo   eritematoso=vermelhidão   sistêmico=todo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;&lt;b&gt;O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crônica        de causa desconhecida&lt;/b&gt;, onde acontecem alterações fundamentais        no sistema imunológico da pessoa, atingindo predominantemente mulheres.        O sistema imunológico é uma rede complexa de órgãos,        tecidos, células e substâncias encontradas na circulação        sanguínea, que agem em conjunto para nos proteger de agentes estranhos.      &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     Uma pessoa que tem LES, desenvolve anticorpos que reagem contra as suas        células normais, podendo consequentemente afetar a pele, as articulações,        rins e outros órgãos. Ou seja, a pessoa se torna "alérgica"        a ela mesma, o que caracteriza o LES como uma doença auto-imune.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;b&gt;Mas não é uma doença contagiosa, infecciosa ou maligna&lt;/b&gt;.        A maioria dos casos de LES ocorre esporadicamente, indicando que fatores        genéticos e ambientais tem um papel importante na doença.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     O Lupus varia enormemente de um paciente para outro, de casos simples que        exigem intervenções médicas mínimas, à        casos significativos com danos à órgãos vitais como        pulmão, coração, rim e cérebro. A doença        é caracterizada por períodos de atividade intercaladas por        períodos de remissão que podem durar semanas, meses ou anos.        &lt;b&gt;Alguns pacientes nunca desenvolvem complicações severas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;       &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7019409076168379418-3554055429538750561?l=lupicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lupicos.blogspot.com/feeds/3554055429538750561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/02/amigos-lupicos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/3554055429538750561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7019409076168379418/posts/default/3554055429538750561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lupicos.blogspot.com/2010/02/amigos-lupicos.html' title='AMIGOS LÚPICOS'/><author><name>Lúpus x Cancêr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07126107785182625076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S4rK4-_YTXI/AAAAAAAAAAc/lCxd66K_dck/S220/bor.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7WwhMWC8CwY/S32wrvpIJAI/AAAAAAAAAAM/W8JgdGBcbfc/s72-c/lupus.gif' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
